Sunday, Aug. 20, 2017

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A saúde regional na visão do prefeito de Comodoro

Enviado em: 20 de agosto de 2017 11:29
A saúde regional na visão do prefeito de Comodoro

O prefeito de Comodoro é uma liderança emergente na região sudoeste do Estado. Costuma ser coerente nas suas posições políticas. De primeiro mandato, Jefferson Ferreira Gomes (DEM) tem reclamado e cobrado ações do presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Guaporé, em favor dos municípios. Comodoro mesmo está sendo prejudicado, na visão do prefeito, por falta de decisão de Alcino Barcellos, sobre situações pendentes no Cisvag desde o início do ano.

“Não foi por falta de aviso” disse, no início da conversa que, com relação aos recursos que vão para a Santa Casa, se posicionou por questão de organização, já que não houve uma contrapartida do prefeito de Pontes e Lacerda desde  o começo, “desde  quando assumimos nossos mandatos de prefeito. Quando fomos discutir a saúde da região  falamos ao Alcino que, se nós não unirmos forças e não provarmos para o governo do Estado que temos sim um hospital com capacidade para fazer todas as cirurgias da região, além de perdermos os recursos, teremos  problemas também com a questão da nossa Regional”.

Falta de diálogo, a origem de tudo

Jefferson tem reclamado sempre que, desde que assumiu a vice-presidência do Consórcio Regional de Saúde já enfrentava dificuldades com o prefeito Alcino e que  até hoje não conseguiu resolver.  E frisou que “o primeiro momento na política é de ouvir as pessoas, ouvir a parte técnica. A partir disso você forma uma opinião e luta por aquilo que é viável e que favorece a coletividade”. Disse ainda que procurou colocar Alcino a par dos questionamentos para buscar uma solução conjunta.

Resultado da falta de ação política

O prefeito de Comodoro levou ao conhecimento de Barcellos a posição de que o município que ele governa possui 21 mil habitantes e são investidos R$ 200 mil no serviço de pronto atendimento. “Pontes e Lacerda tem 45 mil habitantes e Alcino aplica R$ 160 mil. Nós conseguimos provar ao prefeito que ele estava usando recursos da Regional no P.A. de Pontes e Lacerda”. Disse ainda que avisou mais: “o governo vai tirar o dinheiro porque em algum momento será identificado o desvio de finalidade. Não sou contra o Hospital da Santa Casa. Quem tem a responsabilidade sobre o Pronto Atendimento de Pontes e Lacerda é o Senhor (Alcino), é o Municipio, é a Prefeitura. E não pode ser usado o dinheiro da Regional, que deve ser para serviços, cirurgias, exames, para os municípios que compõem o Consorcio. E foi exatamente o que aconteceu”, concluiu.

Jefferson  avaliou também que Alcino Barcellos perdeu a capacidade de aglutinar os demais prefeitos da Regional de Saúde. “A finalidade do Consórcio é atender os municípios que estão dentro do programa. E qual a função do Gestor? É fazer com que o órgão atinja o objetivo de tratar as pessoas que são conveniadas. Para isso você precisa descentralizar a saúde. Por exemplo:  Vila Bela tem condições de  realizar os exames de ultrassonografia. Comodoro também  e ainda atender Campos de Júlio e Nova Lacerda.  Tem que descentralizar o Consórcio,  fazer com que os municípios  tenham esse respaldo. É essa discussão que o Alcino não entende, ele não quer discutir isso, não quer um diálogo aberto com os prefeitos. Isso dificulta  a nossa situação como administradores públicos. Nós queremos ajudar.

Por onde passa a solução

O prefeito de Comodoro ressalta que o município  representa 35%  do Consórcio e que, qualquer um que sair  do grupo torna-o inviável.

Sobre Pontes e Lacerda ser um polo de saúde, Jefferson enfatiza que  “nós precisamos provar ao governador, em conjunto, que temos condições sim de atender em Pontes e Lacerda, em Comodoro e em Vila Bela, fazer com que a nossa Regional distribua esse dinheiro para nossos municípios e que os pacientes sejam atendidos em nossa região. Ficaria para Cáceres e Cuiabá somente os casos de traumas e outros mais graves.

É só questão de conversar. “Eu fico preocupado com o Alcino porque politicamente  ele  perde, embora seja um prefeito trabalhador. O problema é a falta de diálogo e isso é muito ruim”, concluiu.


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Denúncia de superfaturamento no Motocross questiona ação moralizadora da atual administração de PL

Enviado em: 18 de agosto de 2017 13:11
Denúncia de superfaturamento no Motocross questiona ação moralizadora da atual administração de PL

A TV Centro Oeste recebeu denúncia, já divulgada com exclusividade por este Blog, de que várias irregularidades teriam acontecido na 5ª Etapa do Campeonato de Motocross realizado pela Prefeitura de Pontes e Lacerda nos dias 15 e 16 de julho deste ano.

Na semana que antecedeu o evento, há informação de que máquinas e funcionários da Secretaria de Agricultura preparam o terreno e a pista para as provas. A denúncia é de que “não pode máquinas da Prefeitura trabalhar em terreno particular”.

Outra irregularidade apontada é de que a administração pública de Pontes e Lacerda é quem realizou o evento, gastando R$ 54 mil – com a autorização da Câmara – mas que “tanto nos cartazes como nas camisetas, está cheio de propaganda de patrocinadores”.

Outra questão apontada foi com relação ao valor pago pela Prefeitura para a confecção de 300 camisetas, que foi orçado no valor unitário de R$ 25,00, totalizando R$ 7.500,00.

A empresa que confeccionou as camisetas para o evento forneceu orçamento nas mesmas condições e para a mesma quantidade, no dia 24 de julho – apenas uma semana depois do evento – cobrando R$ 5.550,00, ao custo unitário de R$ 18,50.  Um desconto de 25%.

Há informação de que o Ministério Público também recebeu denúncia sobre esse caso e que já é de conhecimento de alguns vereadores.


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A saúde regional na visão do prefeito de Vila Bela SS Trindade

Enviado em: 18 de agosto de 2017 07:46
A saúde regional na visão do prefeito de Vila Bela SS Trindade

O prefeito de Vila Bela da SS Trindade, Wagner Vicente da Silveira, apresentou seu posicionamento sobre os problemas da saúde que envolvem o Hospital Vale do Guaporé – a Santa Casa – e as divergências internas no Consórcio Regional – Cisvag – presidido pelo prefeito de Pontes e Lacerda, Alcino Barcellos.

A origem do problema

– O problema é que quando fui convidado para uma reunião com o Governo, me chamaram para defender o Consórcio Regional e, quando cheguei lá, toda a conversa foi em cima da Santa Casa.

Quando nós precisamos da Santa Casa, nós não somos atendidos. Se nós precisarmos mandar um paciente para fora, ela regula e manda para Cáceres..

Dessa maneira nós não temos interesse de buscar recursos para a Santa Casa. Queremos que parte deles sejam direcionados para o hospital de Vila Bela. Afinal, eu tenho interesse de defender o município que eu administro.

O que deve ser feito

Acho que o recurso tem que ser proporcional. Enfatizo que Pontes e Lacerda não está ajudando Vila Bela. Não tenho interesse em defender o Consórcio se este não beneficia Vila Bela.

Antes era muito mais, mas agora nosso município repassa R$ 158 mil para o hospital local, mais R$ 8 mil para os serviços de raio-x e R$ 6 mil para laqueaduras. Nós temos 15 mil habitantes. O mesmo valor que Pontes e Lacerda gasta tendo 50 mil habitantes.

Pontes e Lacerda quer “tocar” o hospital com recursos do Estado e Vila Bela não é beneficiada.

Se nós tivermos benefícios com a Santa Casa, é muito melhor sermos atendidos em Pontes e Lacerda do que em Cáceres ou Cuiabá. Agora, se for para nossos pacientes apenas serem regulados em Pontes e Lacerda, preferimos ir direto para Cáceres.

Em resumo, se tem ajuda do Governo, nós queremos também ser beneficiados. Não direcionar os recursos só para funcionamento da Santa Casa e Vila Bela ficar com o trabalho de “correr atrás”.

Não temos questão contra Pontes e Lacerda. O que queremos é que Vila Bela seja beneficiada com recursos do Estado, seja através da Santa Casa ou que repassem para o Hospital local.

 


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Prefeitos preferem que Alcino deixe a presidência do Consorcio Regional de Saúde por falta de diálogo e habilidade política

Enviado em: 14 de agosto de 2017 10:56
Prefeitos preferem que Alcino deixe a presidência do Consorcio Regional de Saúde por falta de diálogo e habilidade política

O problema da saúde na região e do Hospital Vale do Guaporé, em Pontes e Lacerda, não é somente a falta de recursos financeiros. É essencialmente político.

E os fatos comprovam essa assertiva.

A falta de liderança e da união de objetivo dos prefeitos do Cisvag – Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Guaporé tem sido o principal motivo da crise vivida na saúde nesta região.

Desde a sua criação, o Cisvag sabia que a melhor maneira de dar qualidade ao atendimento da saúde era o fortalecimento do Hospital Vale do Guaporé, por questões estratégicas, políticas e geográficas.

Este ano, entretanto, o presidente do Consórcio, Alcino Barcellos, conseguiu desagradar alguns prefeitos e criar um clima político totalmente desfavorável para Pontes e Lacerda. E as consequências funestas não demoraram a aparecer.

Estamos correndo o sério risco de reduzir ainda mais o número de municípios que compõem o Consórcio, enfraquecendo o poder político da região e dificultando arrumar argumentos que justifiquem manter Pontes e Lacerda como polo regional de saúde. Originalmente com nove , o Cisvag é composto hoje de sete municípios e poderá chegar a menos de cinco.

Segundo conseguimos apurar, o Consórcio Nascente do Pantanal (25 municípios) que será o administrador do Hospital Regional de Cáceres, em reunião nesta manhã, conseguiu levar Comodoro para lá, e deve ser acompanhado de Campos de Júlio. O prefeito de Vila Bela da SS Trindade não quer nem falar sobre o assunto.  Geraldo Ramos, de Vale de São Domingos, já teve discussão ácida com o prefeito de Pontes e Lacerda mas, político experiente, aguarda o desenrolar dos acontecimentos.

De acordo com alguns prefeitos, Alcino Barcellos perdeu as condições de continuar presidindo o Consórcio. Falta habilidade. Sobra arrogância. E isso em política é fatal.

Se  Barcellos não deixar a presidência do Cisvag, os danos para Pontes e Lacerda, na área da saúde, serão enormes e irreversíveis. O que se construiu ao longo de décadas poderá ser jogado fora em meses pela  falta de tato político.


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O pedido de demissão da Secretária Municipal de Saúde de PL

Enviado em: 09 de agosto de 2017 09:18
O pedido de demissão da Secretária Municipal de Saúde de PL

A secretária de saúde de Pontes e Lacerda, Tatiana Paula, pediu demissão.

A informação – ainda não confirmada – não alivia as críticas em cima do Prefeito Alcino Barcellos de que há um jogo duplo na Prefeitura. Enquanto a secretária agia para prejudicar a Santa Casa, o prefeito apenas discursava defendendo a saúde do Município. Pelo perfil de Barcellos, ele jamais admitiria que um servidor de segundo escalão contrariasse suas orientações.

Tatiana teria pedido demissão na segunda-feira, contrariada porque as lideranças políticas mudaram o rumo do processo de deterioração que ela arquitetara contra a saúde no município.

Um vereador quando soube da informação disse: “não acredito. Se for verdade, já vai tarde”.

 


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A inabilidade politica de Alcino está destruindo todo o trabalho de tornar Pontes e Lacerda polo regional de saúde

Enviado em: 01 de agosto de 2017 11:06
A inabilidade politica de Alcino está destruindo todo o trabalho de tornar Pontes e Lacerda polo regional de saúde

Alcino Barcellos e Tatiana Paula são, até agora, os grandes vitoriosos nesse objetivo de desativar a Santa Casa. E em consequência, estamos perdemos a condição de polo regional de saúde.

O prefeito de Pontes e Lacerda conseguiu desagradar a maioria  dos prefeitos que compõem o Consórcio Regional de Saúde, do qual é presidente. Há comentários de que Alcino trata os prefeitos como fossem meros assessores. Em razão disso, hoje cada gestor municipal manifesta uma opinião diferente junto ao governo do Estado. Falta a Alcino habilidade política para convencimento de que é melhor para todos que Pontes e Lacerda seja um polo regional de saúde. E sobra arrogância. Tanto que o primeiro escalão do governo não trata mais com o consorcio, mas simplesmente com os prefeitos que compõem a região sudoeste.

Por essas razoes é que tudo se encaminha para que Pontes e Lacerda não seja mais um polo regional.  A região passaria a ter três pequenos hospitais, em Comodoro, Pontes e Lacerda e Vila Bela da SS. Trindade. Exatamente como quer a secretária municipal de saúde com a cumplicidade do prefeito de Pontes e Lacerda. Tudo está se encaminhando para isso.

Pontes e Lacerda deixará de receber recursos para administrar dez municípios, e deveremos nos contentar em concentrar o atendimento apenas no seu entorno. Nessa esteira, ao invés de termos um grande hospital com estrutura e equipamentos para atendimento até média complexidade e que atraia novos profissionais e especialidades para o município, vamos ter que aceitar um pequeno hospital com poucos médicos especialistas.

Para reverter esse quadro caótico só se os prefeitos da região, principalmente de Comodoro, Campos de Julio e Vila Bela da SS Trindade, forem convencidos que é melhor termos um grande hospital em Pontes e Lacerda com médicos, clinicas e laboratórios sendo atraídos para um centro regional de saúde.

Esse convencimento não passa pelo presidente do Consórcio, infelizmente.

Mais um gol contra do Prefeito de Pontes e Lacerda.


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Santa Casa: Alcino dificulta solução com discurso similar a nota de quinze reais

Enviado em: 30 de julho de 2017 10:15
Santa Casa: Alcino dificulta solução com discurso similar a nota de quinze reais

Nos últimos dias o prefeito de Pontes e Lacerda tem se manifestado muito mais para atrapalhar do que ajudar o município. Foi assim quando chamou “de máfia” os atuais administradores da Santa Casa e quando disse ao Chefe da Casa Civil que o hospital tinha ainda “muita gordura para queimar”. Essa mesma afirmação foi feita pela secretaria municipal de saúde em reunião com o Ministério Público.

A prefeitura de Pontes e Lacerda é a grande beneficiada se o Estado de Mato Grosso aumentar o valor do repasse fundo-a-fundo que, desde junho foi reduzido para apenas R$ 320 mil, uma redução vertical de sessenta por cento do que vinha sendo repassado.

Interessante que ninguém critica o Governo estadual por ter reduzido  o valor do convenio com o Hospital. Isso tem uma razão, que não é politica. A Secretaria Estadual de Saúde decidiu, por questões de ajuste financeiro, que os repasses aos municípios passariam a ser com base na serie histórica de procedimentos hospitalares. No caso de Pontes e Lacerda, segundo fontes da própria secretaria, muitos serviços que a Santa Casa realiza – e o Estado paga – é de responsabilidade do Executivo Municipal.

Pronto atendimento

Basta uma simples comparação com os municípios da região para ver que Pontes e Lacerda é o que menos gasta com o serviço de pronto atendimento, que é sua atribuição constitucional, e comprovar que o discurso de Alcino Barcellos é pura falacia.

Pontes e Lacerda –            repasse – R$ 165 mil – população 50 mil – gasto por habitante: R$ 3,30

Vila Bela SS Trindade –   repasse – R$ 175 mil – população 15 mil – gasto por hab: R$ 11,66

Comodoro –                        repasse- R$ 240 mil – população 18 mil – gasto por hab: R$ 13,33

Conquista d’oeste-            repasse- R$ 100 mil – população 4 mil-   gasto por hab: R$ 25,00

Urgência e emergência

Os serviços da área da saúde de responsabilidade do Estado são os de urgência e emergência. O convenio com a Santa Casa permite que grande parte dos atendimentos sejam feitos em Pontes e Lacerda e os mais complexos (media e alta complexidade) encaminhados para o Hospital Regional de Cáceres.

De acordo com a ultima prestação de contas da Santa Casa (jun/2017), 80% dos atendimentos do hospital pagos pelo Governo do Estado são de pacientes de Pontes e Lacerda. O restante são usados pelos demais municípios. Tire as suas próprias conclusões.

Discurso capenga

O prefeito de Pontes e Lacerda tem dito que nada tem a ver com a Santa Casa. E mais, critica e coloca em suspeição o caráter dos administradores do hospital que são representantes da sociedade civil organizada, como Lions Clube, Rotary e OAB. Diz ainda que pretende participar da gestão do hospital, dando mostras de que esse é na realidade o seu principal objetivo.

Tentando se safar do desgaste politico tem comparado os valores atuais de R$ 165 mil  que a Prefeitura repassa desde o mandato do prefeito Donizete Barbosa com os que eram pagos pelo ex-prefeito Newton Miotto, que era de R$ 65 mil. Esquece que o ex-prefeito, seu aliado e apoiador de campanha, foi quem conseguiu o contrato com o governo do Estado, à época no valor de R$ 462 mil, dentre outras melhorias expressivas na saúde.

A falta de ação de Barcellos para mobilizar os políticos em torno da saúde financeira da Santa Casa e da manutenção do município como polo regional tem sido criticada de forma generalizada. Os vereadores não foram chamados para discutir em conjunto o assunto. Os prefeitos da região também estão dispersos, sem uma argumentação uniforme. Para complicar, tem lideranças politicas que se mostram claramente contra a conduta arrogante de Alcino Barcellos, usando o caso da Santa Casa como forma de mostrar o descontentamento.

Como buscar a solução

A crise é politica. A solução também. E passa por muita conversa entre todos os protagonistas, tanto do âmbito municipal quanto estadual. Quando as lideranças – a nível regional – formarem um bloco coeso em torno do problema com certeza vão encontrar uma alternativa ou a própria solução.

O próprio Alcino comentou essa tese ao Secretario Chefe da Casa Civil na audiência de 12 de julho, dizendo que era necessária a intervenção dos prefeitos da região. Tirando de cena o segundo escalão.

E acabar com o discurso sem conteúdo. Como nota de quinze reais.

 

 

 

 

 

 

 


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Prefeito de Vale de São Domingos diz que união de lideranças e pressão política são os caminhos para a saúde

Prefeito de Vale de São Domingos diz que união de lideranças e pressão política são os caminhos para a saúde

Enviado em: 26 de julho de 2017 15:43

Administrando uma crise financeira e um rombo próximo de sete milhões, o atual chefe do executivo de Vale [...]

Maxsuel sugere que vereadores “vazem na braquiária” se Santa Casa fechar as portas

Enviado em: 22 de julho de 2017 07:00
Maxsuel sugere que vereadores “vazem na braquiária” se Santa Casa fechar as portas

Os bastidores do jogo para fechar a Santa Casa

Tudo o que a população de Pontes e Lacerda quer é que a Santa Casa se consolide como hospital regional, melhore a qualidade dos serviços e adquira equipamentos cada vez mais sofisticados. Basta ver o expressivo resultado do Leilão Solidário e a mobilização da sociedade.

Mesmo quem é contra o hospital sabe que, se precisar de serviço de urgência ou emergência,  a Santa Casa é a primeira referência. A outra alternativa é a BR-174, percorrendo pelo menos 220 quilômetros para o primeiro pronto-socorro, em Cáceres.

Mas o jogo político de baixo nível e picuinhas pessoais de servidores de segundo escalão, como é o caso da secretária municipal de saúde, faz parte do processo de desestruturação do atendimento à saúde no município e contra a Santa Casa, numa clara intenção de gerar prejuízo para Pontes e Lacerda, em favor da remota possibilidade de criar um hospital em Comodoro, e desestabilizar a direção do Hospital. Por trás de tudo isso está a obsessão do prefeito em comandar a Santa Casa. Ele mesmo sugeriu ao Chefe da Casa Civil fazer uma gestão compartilhada do Hospital.

Não há quem não demonstre boa vontade e se manifeste a favor da manutenção de um hospital em Pontes e Lacerda.

Nos bastidores, no entanto, já se sabe quem está falando a verdade e quem está blefando.

O jogo

O primeiro deles é o prefeito Alcino Barcellos. Ele tem dito que nada tem a ver com a Santa Casa. Esquece se o hospital fechar, ele vai ter que montar uma frota de ambulâncias para fazer transporte de pacientes para Cuiabá, porque em Cáceres já há pacientes no corredores, hoje, com o sistema atual de atendimento.

Barcellos não move “um dedo” em favor da saúde de Pontes e Lacerda. Só quando é insistentemente cobrado. Um exemplo é que ficou de reunir prefeitos da região  na semana passada para buscar uma solução política junto ao governo do Estado e que o valor residual que está na conta da prefeitura (uns falam em R$ 700 mil) seja direcionado para complementar provisoriamente o valor repassado pelo governo estadual. Segundo informação de vereadores, Alcino  começou a ligar apenas hoje aos prefeitos.

Seria a vilã?

Outro fato que mostra como o jogo está sendo jogado foi a falta de ação da secretária municipal de saúde na reunião da CIR, Comissão Intergestores Regional  – onde os secretários demonstraram claramente que estão muito mais direcionados para a fragmentação dos atendimentos, desestruturando a ideia de tornar Pontes e Lacerda em polo regional de saúde. A própria secretária – segundo parlamentares – disse após a reunião que não recebeu qualquer orientação do Prefeito sobre como se portar na reunião. O vereador Anderson Barbosa tem dito que “a secretária está enfraquecendo o município”

Desde o mês passado, já se sabe que o Hospital deve receber este mês apenas R$ 320 mil. Estamos no dia 21, a Santa Casa está atendendo como fosse receber mais de R$ 600 mil e não há pressa em definir a situação.

O jogo é claro, nos bastidores. O prefeito de Pontes e Lacerda faz jogo duplo. Fala que vai defender o Hospital e chega a reconhecer que há algo errado. Mas as ações da secretária é exatamente no sentido oposto. Não houve, até hoje, qualquer conversa do Executivo e o Legislativo, para agirem de forma conjunta e ordenada.

Receita para os politicos

Na sessão extraordinária de hoje os vereadores já se convenceram que a saúde não é prioridade para o prefeito de Pontes e Lacerda,  mas que deve ser para os parlamentares. Eles sabem que quando chegar o caos, o desgaste político recairá sobre a Câmara.

Do vereador Maxsuel, essa “pérola”: “ Se a gente não conseguir resolver isso até o dia trinta, vocês podem desligar o celular, no dia primeiro de agosto, e vazar  na braquiária, porque a população vai ver as portas fechadas do Hospital e vai cair em cima dos vereadores”. Às vésperas da Expoeste.

 


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Etapa do motocross pode ter recebido recursos irregulares da Prefeitura de Pontes e Lacerda

Enviado em: 20 de julho de 2017 10:24
Etapa do motocross pode ter recebido recursos irregulares da Prefeitura de Pontes e Lacerda

Várias irregularidades estão sendo apontadas na destinação de verbas e participação da Prefeitura na 5ª Etapa do Campeonato Mato-grossense de Motocross realizado nos dias 15 e 16 de julho, na sede do Terracross, em Pontes e Lacerda.

A TV Centro Oeste recebeu uma denúncia de que, na semana que antecedeu o evento, máquinas e operadores da secretaria de agricultura teriam feito todo o serviço de preparação do terreno e a pista para as provas de motocross. A irregularidade estaria na situação do imóvel – que é particular – e que teria recebido benefícios públicos sem autorização da Câmara Municipal.

Outra irregularidade apontada na denúncia é de que o evento foi uma realização da Prefeitura de Pontes e Lacerda e que teve também o participação financeira de outros trinta patrocinadores. As logomarcas dos apoiadores financeiros – além da prefeitura – estão registrados nos cartazes de divulgação do evento e no verso das camisetas distribuídas.

A TV Centro Oeste teve acesso ao Plano de Aplicação dos Recursos enviado pelo prefeito Alcino Barcellos à Câmara de Vereadores, quando os vereadores aprovaram o valor de R$ 54.270,00 para a participação do Poder Público no campeonato de motocross .

300 camisetas R$ 7.500,00
1000 cartazes R$ 4.000,00
Locutor da prova R$ 6.000,00
59 troféus R$ 7.670,00
Serviço de som R$ 10.000,00
Estrutura do motocross R$ 7.000,00
Locação de gerador  R$ 5.000,00
06 tendas de 5 x 5 m R$ 3.000,00
25 diárias de hospedagem R$ 2.000,00
Alimentação para 80 pessoas R$ 2.000,00

Segundo conseguimos apurar, o Ministério Público também recebeu uma denúncia sobre o caso. Não temos conhecimento se a Câmara de Vereadores tomou conhecimento, tendo em vista os parlamentares estarem em recesso.


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Alcino Barcellos inova ao bancar etapa de Motocross

Enviado em: 16 de julho de 2017 16:06
Alcino Barcellos inova ao bancar etapa de Motocross

O prefeito de Pontes e Lacerda muda radicalmente a posição de não apoiar eventos culturais e esportivos. A tal ponto que chega a inovar, ao não somente apoiar, mas bancar a 5a. Etapa do Campeonato Mato-grossense de Motocross.

Realizado neste final de semana na pista Terracross, na saída para Vila Bela, o evento contou recursos também da iniciativa privada, o que mostra a importância que tem no cenário estadual.

Alcino Barcellos chamou para si a iniciativa, tanto que investiu R$ 54 mil em dinheiro – autorizado pela Câmara municipal – e ainda disponibilizou máquinas e equipamentos da Prefeitura que trabalharam , segundo informações, durante toda a semana preparando a pista de corrida, na área de propriedade da Terracross-PL.

Essa etapa de Motocross é organizada pela Federação de Motociclismo de Mato Grosso e tem apoio do Moto Clube local e da Câmara de vereadores, além de mais de trinta empresas e três vereadores ( Pedro da Pecuária, Juninho Cabelereiro e Maxsuel Guimarães.

É uma demonstração clara de que, quando o poder público – prefeito e vereadores – decide realizar algum evento, dinheiro e estrutura não são impecilhos.

 


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Alto índice de corrupção a nível federal parece não atingir servidores

Enviado em: 09 de julho de 2017 16:31
Alto índice de corrupção a nível federal parece não atingir servidores

Em janeiro deste ano o governo federal – aí incluídos os poderes executivo, legislativo e judiciário – bateu o recorde do número de funcionários, em toda a nossa história. Registrou  2.207.112 funcionários.

Por outro lado, embora toda a crise financeira e o alto índice de corrupção no setor público, em 2017 apenas 138 servidores perderam o cargo. Desses 119 foram demitidos, 6 destituídos e 13 cassações de aposentadoria por fraude e outras irregularidades. Não há casos de demissão por incompetência, desleixo, falta contumaz, déficit de desempenho.

Em 2016 – com todos os escândalos – as demissões chegaram a 550, por irregularidades.

E ainda tem gente que fala mal dos servidores federais.

Mesmo assim, há uma proposta tramitando no Congresso, de iniciativa da senadora Maria do Carmo (DEM-SE), que prevê a demissão de servidores que sejam reprovados em avaliações de desempenho.

 


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Sem apoio do poder público, mais uma vez a Iniciativa privada vai salvar a economia de PL

Enviado em: 08 de julho de 2017 07:29
Sem apoio do poder público, mais uma vez a Iniciativa privada vai salvar a economia de PL

As estatísticas e os dados do Cadastro Geral de Empregos do Governo Federal  mostram que Pontes e Lacerda começa a sentir os efeitos da recuperação da economia. Nos últimos meses o número de empregos criados tem sido maior que as demissões.

A informação de que a Mineração Apoena deve aumentar o número de empregados até o ano que vem, começa a mudar o cenário. Só em Pontes e Lacerda a empresa tem contratado quase 300 empregados. Se contar os terceirizados e todas as minas em exploração  o número sobe para cerca de oitocentos. No ano que vem, segundo o diretor da Apoena, o quadro de funcionários poderá chegar a mais de mil.

Outra excelente noticia, que mais uma vez vem da iniciativa privada, é a chegada de novos empreendimentos em Pontes e Lacerda. Um frigorífico para abate de cerca de 800 bois e que deve contratar mais de 400 funcionários até setembro deste ano.

Uma coisa é certa: o nível de emprego vai subir e a recuperação da economia vai ser sentida fortemente a partir de agosto. Quem está desempregado, pode renovar a esperança, pois as notícias são muito promissoras.

Pena que A Prefeitura não acompanha e não contribui para a retomada do crescimento. Segundo o vereador Maxsuel Guimarães , a Prefeitura tem R$ 1.700 mil em emendas do Deputado Wancley só para pavimentação de bairros da cidade. Imaginem o número de empregos que poderiam aumentar e os valores que iriam circular no comércio local, além dos benefícios naturais aos cidadãos.

Se o poder público não atrapalhar, Pontes e Lacerda voltará a crescer, nos próximos meses.


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Prefeito de Pontes e Lacerda coloca emendas do deputado Wancley no processo de “fritura”

Enviado em: 05 de julho de 2017 07:46
Prefeito de Pontes e Lacerda coloca emendas do deputado Wancley no processo de “fritura”

A denúncia é do Vereador Maxsuel Guimarães.

Os números são alarmantes e desnudam a verdadeira intenção do prefeito de Pontes e Lacerda: “fritar as emendas do deputado Wancley”.

A estratégia é tão antiga quanto maquiavélica . Como tem eleição para deputado estadual no ano que vem e o candidato de Alcino Barcellos é o ex-prefeito de Nova Lacerda, será imperioso não permitir que os recursos de emendas do deputado Wancley sejam transformados em obras. Simples assim.

Vejam alguns dos recursos oriundos das emendas do deputado representante de Pontes e Lacerda que continuam pendentes de projetos ou de realização:

O raio-x para a Santa Casa, no valor de R$ 160 mil

A revitalização da Avenida Marechal Rondon, que foi iniciada, valor R$ 730 mil

Pavimentação dos bairros Residencial Glória (projeto pendente de aprovação), Jardim Morada da Serra, Residencial Vera  e Vila Guaporé, no total de R$ 1.744 mil, sem projetos.

Maxsuel disse que ” o que me preocupa é que, com todas essas emendas garantidas, nossa população corre o risco de não ter o asfalto na porta de sua casa por falta de projeto. Já é mês de julho e com noventa dias é quase impossível  que a Prefeitura consiga elaborar o projeto, assinar o convênio e iniciar a execução  da obra”.

A alegação de Alcino de que não há recursos para contrapartida não se sustenta. O prefeito acaba de usar cerca de R$ 600 mil do caixa para comprar maquinas.

O que tem mais alcance social em época de crise financeira? Compra de máquinas ou prestação de serviços à comunidade?

 


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Não unir forças políticas em torno da saúde em Pontes e Lacerda é um erro político com consequências imprevisíveis

Enviado em: 03 de julho de 2017 22:52
Não unir forças políticas em torno da saúde em Pontes e Lacerda é um erro político com consequências imprevisíveis

A saúde em Pontes e Lacerda, sem exagero, está sendo tratada em plano secundário. Não foi prioridade na última campanha política e nem está sendo na atual administração.

E é fácil provar. Contra fatos não há argumentos. A ausência de planejamento e definição do que deve merecer tratamento prioritário faz com que os problemas que mais afligem a população sejam tratados na mesma linha de ação da área de esporte e lazer, por exemplo.

A secretaria de saúde tem sido protagonista dos maiores descalabros já vivenciados naquela pasta, tudo por obra e graça da atual titular, com a permissão ou omissão do Prefeito. Desde a falta de medicamentos, ausência de médicos em especialidades fundamentais para a saúde pública, devolução de recursos federais e estaduais por falta de ação, perseguição política a servidores,péssimo atendimento à quem necessita de atendimento, até ser “agraciada” com nota de repúdio do corpo clínico da Santa Casa e com Moção de Apelo promovida por todos os vereadores de Pontes e Lacerda.

E agora, quando os recursos destinados pelo Governo para o único hospital da região são cortados sessenta por cento (eram R$ 792 mil e, a partir de agora, serão apenas R$ 320 mil), percebemos claramente o quanto a saúde não é prioridade da atual gestão.

Ao tomar conhecimento do corte da verba, o deputado Wancley fez a parte que lhe cabe acionando de imediato o secretário estadual de saúde, pedindo uma audiência  e expondo o caso ao presidente da Câmara Municipal. Ficou de mobilizar os prefeitos da região.

De sua parte, o prefeito Alcino Barcellos não divulgou qualquer nota sobre o assunto, não chamou os vereadores muito menos convocou o Conselho Curador da Santa Casa para tratar do tema de tamanha gravidade. Não há qualquer mobilização entre os políticos e nem da sociedade civil organizada.

Aliás, sobre o Hospital,  Barcellos tão somente comentava no Leilão Solidário no último domingo que pretendia mudar a direção e que já tinha interessados nos cargos. Nada errado para quem disse que os administradores eram uma “verdadeira máfia” e outros predicados menos decorosos, criticando abertamente os representantes da OAB, do Rotary e Lions que são atualmente os diretores.

Não só na saúde, mas nas outras áreas da administração pública municipal, a prepotência, o autoritarismo barato e fútil mantém dissociada a classe política dos maiores interesses da nossa população.

Estamos na iminência da Santa Casa fechar as portas, poucos dias após a maior sinalização de que a sociedade quer o Hospital funcionando com cada vez mais estrutura, após o sucesso do 10º Leilão Solidário.

E, ao contrário do que se poderia esperar dos homens públicos que foram eleitos para defender os interesses da população, até o momento não há qualquer mobilização,  sem nenhuma reunião, no campo municipal. Nenhuma ação concreta.

E o que temos?

Um prefeito egocêntrico e uma maioria de vereadores servis e submissos.

Tudo o que Pontes e Lacerda não precisa.


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Mineradora Apoena projeta ter 1.050 funcionários em 2018, na regiao

Enviado em: 02 de julho de 2017 07:07
Mineradora Apoena projeta ter 1.050 funcionários em 2018, na regiao

Após passar por uma reestruturação durante quase dois anos,  a Empresa de Mineração Apoena planeja retomar a plenitude de suas atividades nas minas de exploração de ouro da região e voltar a ter por volta de mil e cinquenta colaboradores no ano que vem.

A empresa tem uma participação fundamental na Economia da região, sendo responsável por 800 empregos diretos e terceirizados nas unidades de São Francisco, Ernesto e Pau-a-Pique, nos municípios de  Vila Bela da Ss Trindade, Porto Esperidião e Pontes e Lacerda. De acordo com o Diretor Jorge Camargo, durante jantar de Comemoração pelo aniversário da imprensa em Pontes e Lacerda,  o que se busca agora é retomar a fase de producao dentro do que foi planejado. Se confirmadas as projeções de crescimento a empresa terá cerca de 1.050 empregos diretos e indiretos, em 2018. As novas oportunidades surgirão para a abertura da mina subterrânea em Ernesto.

Segundo a Assessora de Imprensa, Amanda Oliveira, “as vagas serão divulgadas oportunamente por meio da área e Recrutamento e Seleção da Apoena e também no Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Pontes e Lacerda.

A média salarial dos funcionários da Apoena e de R$ 2.600,00.

 


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Alguns Vereadores são”leões” na tribuna e “cordeirinhos” em frente ao Prefeito

Enviado em: 01 de julho de 2017 14:50
Alguns Vereadores são”leões” na tribuna e “cordeirinhos” em frente ao Prefeito

Os vereadores estiveram reunidos na última quinta-feira(29) com o prefeito Alcino Barcellos. Outro encontro aconteceu há pouco mais de uma semana. Várias já aconteceram nesse mandato, quase sempre de iniciativa do Executivo. Essas reuniões dão a exata dimensão do que está ocorrendo na política de Pontes e Lacerda. Vamos aos fatos.

Nas sessões da Câmara os vereadores Quase sempre usa  a tribuna para cobrar ações do Prefeito e criticar a atuação da secretária municipal de saúde, Tatiana Paula. Desde a perseguição de servidores, má gestão, aquisição de medicamentos de péssima qualidade para odontologia, “picuinhas” com a direção da Santa Casa – porque é desafeta do presidente daquela Entidade – retenção dos recursos do governo que eram para repasse imediato ao hospital, entre outros problemas. Chegaram a aprovar uma moção de Apelo contra a servidora, na última sessão.

Os parlamentares com mais experiência política  – já antevendo que o resultado é inócuo – nem participam mais das reuniões. A maioria dos que lá comparecem baixam a cabeça, apenas ouvem, tentam justificar as reclamações e saem da mesma forma que entraram.

Cordeirinhos

À exceção de poucos – entre eles Ivanildo Amaral, Anderson Barbosa, Maxsuel Guimarães e Antônio da Dengue, para citar os principais – os vereadores se apresentam submissos, cordatos “como cordeiros”, só faltando pedir desculpas pelas críticas, procurando agradar o prefeito. Alguns desses parlamentares, aliás, já estariam “nas mãos” de Barcellos, por terem sido atendidas as reivindicações de cargos na prefeitura, a apaniguados. É o que está divulgado nas mídias sociais.

Em situações análogas, antigamente, se dizia que a Câmara tinha se tornado um “puxadinho” da Prefeitura. A isto já se referiu o vereador Maxsuel, na tribuna.

Num regime democrático

Na democracia o executivo governa e o legislativo fiscaliza. Cada um tem o seu papel claramente definido.

A harmonia entre os poderes não deve ser confundida com servilismo. A independência é norma constitucional para que o Legislativo tenha condições de exercer seu papel de fiscalizador da coisa pública e legislar.

Toma lá,

A velha  e abjeta prática política de troca de favores, como a distribuição de cargos para indicação dos parlamentares, amplamente alardeada pelo prefeito na campanha eleitoral, que se dizia contrário, segundo divulgado recentemente, já estaria ocorrendo.

Isso justificaria a ação de alguns parlamentares que, na tribuna, fazem pose de críticos e – nas reuniões com o Executivo – só faltam pedir desculpas.

“Leões na tribuna, cordeiros na frente do prefeito”.


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Vereadores fazem nova reunião com Prefeito nesta quinta-feira para tratar da saúde

Enviado em: 27 de junho de 2017 14:02
Vereadores fazem nova reunião com Prefeito nesta quinta-feira para tratar da saúde

Os vereadores de Pontes e Lacerda foram convocados pelo presidente da Câmara, Pedro Vieira, para uma reunião com o prefeito Alcino Barcellos, nesta quinta-feira pela manhã.

O assunto é novamente é o atendimento deficiente da saúde no município.

A pauta será a maneira como a Secretária de Saúde conduz aquela Pasta e também a devolução de recursos essenciais destinados pelo governo estadual e federal e que foram devolvidos por falta de ação do Executivo.

Cético, o vereador Ivanildo Amaral – que não compareceu na reunião anterior – disse na sessão de ontem não acreditar que os parlamentares obtenham avanço. Perda de tempo.


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Prefeito de Pontes e Lacerda devolve R$ 600 mil que seriam utilizados na saúde básica

Enviado em: 27 de junho de 2017 10:46
Prefeito de Pontes e Lacerda devolve R$ 600 mil que seriam utilizados na saúde básica

O prefeito Alcino Barcellos está se dando ao luxo de devolver recursos no valor de R$ 600 mil para o atendimento à saúde básica da população.

Pontes e Lacerda foi incluída no programa federal “Melhor em Casa” – que tem a finalidade de atendimento em domicílio a pacientes incapacitados de se locomoverem até os postos de saúde.

Sob a alegação de que não tem condições de executar os serviços determinados pelo Programa, o prefeito dispensou os recursos. Pode ser compreensível para uma prefeitura com quase mil servidores.

Pelo que se vê, a saúde não é a prioridade da atual gestão.

Como o município já perdeu recursos para o programa de saúde bucal e para os postos de saúde, está na hora dos vereadores fazem novo manifesto contra a secretária municipal de saúde.

Depois do Apelo – moção que de nada adiantou – não seria a hora de “implorar”?


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Alcino diz que vereadores que o criticam estão com inveja porque ele é o maior prefeito que o Estado já viu

Enviado em: 26 de junho de 2017 06:11
Alcino diz que vereadores que o criticam estão com inveja porque ele é o maior prefeito que o Estado já viu

A última sessão da Câmara foi palco de severas críticas ao prefeito municipal, principalmente por parte do vereador Ivanildo Amaral, que revelou aos demais parlamentares que Alcino tem dito a terceiros que “o prefeito tem  a ousadia de dizer que os vereadores que o criticam – e aqui nós somos praticamente os onze, porque ninguém é cego, ninguém é insensível para não se perceber – que nós estamos com inveja porque ele é o maior prefeito que o Estado já viu”.

Durante o pronunciamento em plenário, Ivanildo revelou também que não compareceu na última reunião dos vereadores com o prefeito porque sabia que nada seria resolvido. Disse ainda que Maxsuel Guimarães – que esteve presente – admitiu que “nunca ouviu tanto besteirol e propostas inatingíveis como foram ditas lá, que tem sido a rotina”.

Ivanildo disse também que o prefeito anunciou um pacote de obras no valor de R$ 4.200 mil para primeiro de junho. “Só não revelou de que ano, e que essas obras são projetos herdados de gestões anteriores e de recursos de emendas do deputado Wancley, que está sendo prejudicado pela incapacidade do prefeito de até mesmo fazer licitação”, concluiu.


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