O governo do Estado está promovendo a Caravana do FCO, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, com a participação do Banco do Brasil, principal agente financeiro que distribui os recursos do Fundo.

A caravana estará em Pontes e Lacerda no próximo dia 25 de maio, à noite, no auditório da Câmara Municipal.

Aproveitando que representantes do Banco do Brasil estarão participando do evento, inclusive com palestra difundido os benefícios do FCO, já se sabe que haverá reclamação generalizada contra o atendimento na agência local, tanto na área de pessoas físicas quanto para empresas.

Outro motivo de descontentamento é a falta de transparência da distribuição de recursos do fundo para o município e região. Produtores chegam a esperar noventa dias para ter cadastro analisado visando obter financiamentos para a safra, obrigando-os a se socorrerem juntos a tradings e bancos de outros estados.

Para alguns empresários e produtores o Banco do Brasil se tornou banco meramente comercial e elitizado.

Na realidade, os recursos são atraentes, pois têm prazos e juros diferenciados dos demais financiamentos para a produção, comércio e prestação de serviços.

A intenção do governo é excelente. O problema é convencer o Banco do Brasil a democratizar  a distribuição dos recursos e acabar com o privilégio dado a alguns escritórios que elaboram projetos para a atividade produtiva.