Saturday, Feb. 16, 2019

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Blog do Vieira

UPA de Pontes e Lacerda nasceu morta e vai virar Centro de Especialidades

Enviado em: 15 de fevereiro de 2019 07:55
UPA de Pontes e Lacerda nasceu morta e vai virar Centro de Especialidades

A Prefeitura de Pontes e Lacerda desistiu de colocar em funcionamento a UPA (Unidade de Pronto Atendimento), construída para atendimento médico à população do município. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o prédio agora será destinado para os atendimentos do Centro de Especialidades Médicas, Odontológicas e Laboratório Municipal.

O vereador Ivanildo Amaral tem insistido que uma das saídas para a melhoria do atendimento à saúde é colocar a UPA em funcionamento, o que não irá mais acontecer. O mesmo pensa Anderson Barbosa. Maxsuel Guimarães também foi – antes de assumir a presidência da Casa – um ferrenho defensor da implantação da UPA. Os demais não se manifestaram publicamente, mas a maioria segue a orientação do Prefeito.

A informação foi divulgada pelo Secretário de Saúde, Valmor de Oliveira, em entrevista exclusiva à TV Centro Oeste, alegando que o município não tem condições financeiras e que a UPA torna-se inviável para o município. No entanto a Secretaria fara uma uma adequação no prédio para utilizá-lo em outra finalidade.

Descaso e abandono

A obra foi abandonada pelo poder público desde que foi concluída em 2016. Desde então, o local já foi invadido e danificado por usuários de entorpecentes e utilizado por moradores de rua que dormiam no que seria a entrada de emergência.

Recursos congelados

O terreno para a construção do prédio foi adquirido e pago pela Prefeitura e custou R$ 400 mil. A construção custou aos cofres públicos pouco mais de R$ 1 milhão e foi inaugurada no final de 2016, ainda na gestão do ex-prefeito Donizete Barbosa.

Para mobiliar e adquirir equipamentos hospitalares, a Prefeitura tem em conta R$ 1,1 milhão desde março de 2017, estando em aplicação financeira rendendo juros e correção monetária. 

Se implantada, a Unidade receberia cerca de R$ 450 mil mensais de repasse do governo federal segundo informações do vereador Ivanildo Amaral. Esses recursos – que equivalem ao que o Governo do Estado contratou mensalmente com a Santa Casa – poderiam ser utilizados pelo Hospital no pronto atendimento

Mesmo sendo gastos R$ 2.5 milhões, estando o prédio pronto, com dinheiro disponível para compra de equipamentos e com verba federal para a manutenção e pagamento de profissionais da saúde, a opção do Poder Público Municipal foi de abortar a implantação da UPA.

Mais uma ação do ex-prefeito Donizete Barbosa abandonada pela atual administração.

Nasceu morta.


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Empréstimo da Prefeitura à Santa Casa vai ser decidido pelos Vereadores de Pontes e Lacerda

Enviado em: 01 de fevereiro de 2019 10:54
Empréstimo da Prefeitura à Santa Casa vai ser decidido pelos Vereadores de Pontes e Lacerda

O empréstimo prometido pela Prefeitura de Pontes e Lacerda para o Hospital Vale do Guaporé no valor de R$ 450 mil, para ser devolvido quando o Governo do Estado voltar a fazer os repasses mensais, vai depender da Câmara de Vereadores.

Na reunião com o Governador Mauro Mendes no início da semana, os parlamentares estiveram representados pela diretoria da Câmara e mais alguns vereadores, mas ficaram de fora dos holofotes da mídia e esquecidos dos principais agentes políticos, embora participassem efetivamente do “grupo de pressão” ao governo, incluindo aí os deputados eleitos da região e o deputado Dr. Leonardo Albuquerque.

O presidente da Câmara, Maxsuel Guimarães, estava descontente pelo “esquecimento” dos políticos nessa fase da Santa Casa, que continua em crise financeira. “A Câmara vai ter a função de analisar a decisão do prefeito de usar recursos do Município para cobrir responsabilidade do Governo Estadual, que deve estar revestido de legalidade”, pontuou.

O Poder Executivo deve, preliminarmente, encaminhar o pedido de autorização do empréstimo à Câmara. Segundo conseguimos apurar, o documento deveria ser protocolado nesta quinta-feira até às 13 horas para ser incluído na Ordem do Dia da próxima sessão, dia 04 de fevereiro (segunda-feira), o que não ocorreu.

Dessa maneira, a Câmara deve apreciar o pedido do Executivo somente a partir do dia 11 de fevereiro.

 


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População de Pontes e Lacerda tem o direito de saber se denúncias do Deputado Wancley são procedentes

Enviado em: 30 de janeiro de 2019 10:15
População de Pontes e Lacerda tem o direito de saber se denúncias do Deputado Wancley são procedentes

“Prefeito moleque, estou de saco cheio de você falar de mim, larga do meu pé, sou casado!”  (Deputado Wancley reclamando de críticas contumazes feitas pelo prefeito Alcino Barcelos em bares e reuniões pela cidade).

Frase dita por quem perdeu a paciência e chegou ao limite da tolerância.

Agora, esse desabafo do Deputado só poderia acontecer em um veículo de comunicação  onde o direito de opinião é exercido de forma plena garantido pela Constituição e, quando em entrevista, as perguntas não são dirigidas.

Dessa forma, Wancley teve a oportunidade no programa Visão Crítica da última segunda-feira (28/01), a  prestar contas de seu trabalho no Legislativo Estadual, mostrar as ações que deram resultado quando o Prefeito é receptivo, pensa e age em favor da população.

E, na condição de líder político e enquanto tem imunidade parlamentar, teve a sensatez de tornar público o que uma pequena parte da imprensa vem divulgando. Segundo o parlamentar, o egocentrismo desmedido do atual prefeito de Pontes e Lacerda faz com que ele se aproprie de projetos de outros políticos e os executa como se tivesse o mérito sozinho, querendo faturar politicamente, não importando de que maneira. Isso é o que se chama popularmente de “politicalha”.

Perda de recursos: negligência ou incompetência

As várias denúncias de perdas de recursos (asfalto para os Bairros Residencial Glória e Vera, Altos da Glória e outros), abandono de projetos como o do Distrito Industrial, a criação de obstáculo para impedir a implantação de transporte aéreo de Pontes e Lacerda com Cuiabá, todas foram feitas pelo Deputado Estadual eleito pelo Município.

O mínimo que se espera é que Alcino Barcelos reconheça que o cidadão tem o direito de saber porque o município está perdendo recursos financeiros de obras que são de vital importância para a população, como pavimentação de bairros, pontes de concreto, equipamentos hospitalares, e outros de não somenos importância.

A população deve estar inteirada de tudo o que acontece no Poder Público Municipal.

Pontes e Lacerda não é um tribo indígena, com cacique e tutelada pela Funai.

A Constituição Federal, art. 37, determina que um dos princípios da administração pública é a publicidade dos atos do Executivo. É dever do Poder Público, não opção.

Urge que Barcelos se pronuncie diante das graves acusações feitas pelo deputado Wancley e que a Câmara de Vereadores – que tem a função precípua de fiscalizar o Executivo – cumpra o seu papel Constitucional exigindo esclarecimentos e verificando a procedência das denúncias. Espera-se que, mais uma vez, os parlamentares não transferiram a responsabilidade para o Ministério Público.

Especificamente no caso das denúncias de perda de recursos, não cabe o silêncio do Prefeito como resposta.


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Atendendo pedido de Ivanildo Amaral, deputado Dr. Leonardo busca solução para crise da Santa Casa

Enviado em: 17 de janeiro de 2019 23:37
Atendendo pedido de Ivanildo Amaral, deputado Dr. Leonardo busca solução para crise da Santa Casa

A diretoria da Santa Casa encontrou mais um aliado para buscar solução para a crise financeira vivida em decorrência da falta de repasse de sete parcelas mensais do Contrato de prestação de serviços para urgência e emergência e de baixa e média complexidade que totalizam R$ 3, 150 milhões.

O deputado estadual, Dr Leonardo Albuquerque, que também é deputado federal eleito, esteve em Pontes e Lacerda no último domingo (13/01) e prometeu “arregaçar as mangas” para defender os interesses da Santa Casa. Na oportunidade em que esteve reunido com produtores rurais e empresários recebeu várias demandas, mas a principal foi feita pelo vereador Ivanildo Amaral (PSD) que repassou as dificuldades enfrentadas pelo hospital que, ao que tudo indica, deve suspender o atendimento até o final do mês.

Dr. Leonardo tomou a iniciativa de cobrar uma solução para o pagamento da dívida do Governo Estadual para com o Hospital, através de uma indicação na Assembléia Legislativa apresentada nesta data (17/1). Na justificativa, o deputado cita que a “proposição vem de encontro às solicitações  do Vereador Ivanildo Amaral e dos usuários atendidos pelo sistema único de saúde ofertado pelo Hospital Vale do Guaporé”.

Há informações de que o diretor do Hospital, Fábio Herbert, acompanhado de deputado estadual eleito e Walmir Moretto e outras lideranças, conseguiu uma reunião com o Secretário Estadual Adjunto de Saúde, mas nada de concreto foi conseguido.

Entrando no circuito, deputado Leonardo enfatizou que a solução passa pelo secretário de Fazenda, Rogério Gallo, que lhe prometeu encontrar um caminho para que o Hospital não tenha de fechar as portas no final do mês.

Albuquerque garantiu que terá um encontro com o governador Mauro Mendes nesta sexta-feira (18/1) e que a Santa Casa será o assunto principal.

O vereador Ivanildo Amaral informou que continuará “cobrando solução urgente para que a população da região não fique desassistida na área da saúde. É minha principal área de atuação no Legislativo.  Esperamos que os políticos locais reconheçam o trabalho do Dr. Leonardo”.


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Para desviar foco na crise da saúde Alcino faz críticas e nega sobre pressão do MP para construir ponte de concreto na Coura Garbim

Enviado em: 15 de janeiro de 2019 22:52
Para desviar foco na crise da saúde Alcino faz críticas e nega sobre pressão do MP para construir ponte de concreto na Coura Garbim

A atenção da sociedade de Pontes e Lacerda está voltada para o risco de fechamento da Santa Casa, anunciado para o final de janeiro.

Todos os diretores do Hospital reclamaram pela imprensa em entrevista coletiva a falta de ação de todos os agentes políticos que representam os municípios da região. O resultado da ausência de prioridade com a saúde foi que se deixasse acontecer a falta de pagamento de sete parcelas mensais do valor contratado pelo Governo Estadual, que totaliza R$ 3, 150 milhões. Essa situação inviabiliza o funcionamento da Santa Casa.

O prefeito de Pontes e Lacerda publicamente “tirou o corpo fora da crise” dizendo que a parte do Município está sendo cumprida, que é o pagamento de R$ 200 mil mensais que, segundo ele, está rigorosamente em dia.

Barcelos não esclarece que o contrato de serviço da Santa Casa foi feito pela CIR -Comissão Intergestores Regional – que é composta pelos secretários de saúde dos dez municípios da região e que são subordinados diretos dos prefeitos.

Legalmente, essa Comissão é que deve à Santa Casa. Se ela busca recursos através do Governo do Estado é um problema dos prefeitos, principalmente do Executivo de Pontes e Lacerda que também é presidente reeleito do Consórcio Regional de Saúde.  O Hospital atende a paciente de todos os municípios que compõem a CIR.

Mudando o foco da crise

Alcino Barcelos foi eleito para buscar solução dos problemas do Município. Sejam da esfera municipal, estadual ou federal. Ou não?

Para fugir do assunto, decidiu mudar o foco da crise para o serviço de construção da ponte de concreto da Rua Terezinha Coura Garbim. Tenta faturar políticamente a obra mas está sendo contestado pelo vereador Anderson Barbosa. O parlamentar denuncia que a construção da ponte foi pressão do Ministério Público, de alguns vereadores, de entidades representativas e da população de Pontes e Lacerda.

E, ao que tudo indica, o parlamentar tem razão, o que desmente o Prefeito. Pelo menos a Ação Civil Pública  com o número 100-50.2011.811.0013 do Ministério Público contra a Prefeitura de Pontes e Lacerda que “está descurando de seu dever de sinalizar as vias públicas, situação que tem gerado inúmeros transtornos para o cidadão…”.

Para tratar do assunto aconeceu uma reunião iniciada em 17.10.2016 e concluída em 03.11.2016, com a presença de dois Magistrados, Promotor Público, Presidente da OAB, ex-prefeito Donizete Barbosa, prefeito eleito Alcino Barcellos, vereadores Anderson Barbosa e Ivanildo Amaral, e outras autoridades,

Na referida reunião foram debatidos oito itens. O sexto assunto abordado foi “a necessidade imperiosa de construir ponte de concreto na Avenida Terezinha Coura Garbim”.

Por acordo entre as partes, a Justiça concedeu prazo de 180 dias para suspensão do processo objetivando possibilitar a lavratura do Termo de Ajustamento de Conduta.

Em 24.08.2018 o Juiz de Direito, Dr. Leonardo Tumiatti exarou a sentença julgando procedente os pedidos do Ministério Público e condenando o Poder Público Municipal a cumprir todos os quesitos levantados na referida Ação, num prazo de 180 dias, sob pena de multa diária de R$ 5 mil.

Alcino Barcellos está obedecendo religiosamente com a determinação judicial, dentro do prazo.

Como deveria ser. Afinal, decisão de Juiz, se cumpre.

Para o bem de Pontes e Lacerda, melhor ainda.

 


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Funcionários da Santa Casa preparam férias coletivas. Único anestesista foi embora

Enviado em: 15 de janeiro de 2019 05:40
Funcionários da Santa Casa preparam férias coletivas. Único anestesista foi embora

Começam a surgir os primeiros reflexos da decisão da diretoria da Santa Casa de suspender o atendimento a pacientes a partir do próximo dia 01 de fevereiro.

Os funcionários daquele Hospital já estão se preparando para entrar em férias coletivas de pelo menos quinze dias. Nesse caso, já se estuda quem deverá ficar em regime de plantão para atender o percentual de no mínimo trinta por cento previsto na legislação, para atividades essenciais.

Outra consequência do anúncio da paralisação do atendimento é a impossibilidade de substituição do único médico anestesista que atende no Hospital, impedindo  a realização de cirurgias de urgência e emergência e até mesmo as eletivas.

Efeito cascata

A decisão da diretoria da Santa Casa tem um efeito cascata devastador sobre o atendimento à população e também sobre o aspecto financeiro que será agravado, se o Hospital fechar as portas.

Consequências

1. A primeira e mais séria é o atendimento a casos de urgência e emergência que são resolvidos hoje no Hospital e que, a partir do fechamento, deverão ser encaminhados ao Hospital Regional de Cáceres.

2. Como resultado da redução do atendimento, o município deverá aumentar significativamente a logística de transporte de pacientes. Isso implica em mais ambulâncias, motoristas e equipes que obrigatoriamente acompanham os que são transportados. A Prefeitura terceirizou o transporte de pacientes, o que antes era feito pelo próprio Hospital que recebia pelos serviços.

3. Para complicar ainda mais, já no setor econômico-financeiro, o contrato com a Secretaria Estadual de Saúde prevê o pagamento por procedimentos realizados, até a quantidade e valor máximo contratados. Se o Hospital não realizá-los, recebe proporcionalmente menos no final do mês.

Se o valor cheio mensal já é insuficiente para cobrir os custos, receber a menor vai agravar a crise nos meses subsequentes.

Repercussão política

O vereador Ivanildo Amaral se mostrou preocupado com a situação do Hospital, do qual é profundo conhecedor. Tem se dedicado a procurar soluções, como os recursos federais que estão disponíveis para o funcionamento da UPA, que podem chegar a R$ 450 mil mensais, e que são desprezados pelo prefeito Alcino Barcelos.

Outro vereador que se manifestou, inclusive pelas redes sociais, foi o vereador Anderson Barbosa. Ele já denunciou por várias vezes o descaso da atual administração municipal com a saúde, tanto no plenário da Câmara quanto pela imprensa local, ainda no ano de 2017 (leia aqui). “As falhas da gestão estão principalmente onde deveriam ser as prioridades”, alfinetou.

 

 

 


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Saiba porque Alcino Barcellos também é responsável pelo caos na saúde em Pontes e Lacerda

Enviado em: 14 de janeiro de 2019 15:21
Saiba porque Alcino Barcellos também é responsável pelo caos na saúde em Pontes e Lacerda

Foi assim com Newton Miotto. Continuou com Donizete Barbosa. Ambos os ex-prefeitos tomaram para si a responsabilidade de buscar soluções para a saúde em Pontes e Lacerda. E mais, protagonizaram melhorias no contrato do Governo do Estado com a Santa Casa.

Alcino Barcelos parece que quer transformar Pontes e Lacerda num “fazendão” onde só as estradas vicinais devem merecem atendimento prioritário. E fazer um asfalto na área urbana de péssima qualidade cuja base não está resistindo as primeiras chuvas, como é o caso da Vila Guaporé.

R$ 450 mil a menos na saúde por falta de prioridade na gestão

No caso específico da saúde o prefeito quer que a população acredite que basta ele repassar os poucos recursos para o pronto atendimento do Hospital que sua responsabilidade está cumprida. As carências que cabem a Barcelos resolver também passam por postos de saúde sem médicos (Morada da Serra e Bela Vista), sem odontologistas e sem servidores e que por isso, pacientes são direcionados para a Santa Casa fazer o atendimento. Não vamos falar aqui da falta de medicamentos.

Cabe também ao atual prefeito decidir o que fazer com o prédio da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) inaugurada no mandato de Donizete Barbosa e que tem recursos de quase R$ 1 milhão na conta da Prefeitura (rendendo juros e correção monetária no Banco) inclusive para aquisição de equipamentos e mobiliário. Segundo o vereador Ivanildo Amaral (leia aqui), o município deixa de receber mensalmente cerca de quatrocentos e cinquenta mil reais de recurso federal que poderiam ser repassados para a Santa Casa aprimorar o pronto atendimento, responsabilidade constitucional do Município. Se considerarmos um período de doze meses, deixou de arrecadar R$ 5,4 mihões.

Para Barcelos, mais importante que dedicar um tempo para a melhoria do atendimento à saúde, é adquirir ambulâncias e ônibus para transporte de pacientes – podem parecer “outdoor” de propaganda para a atual administração -. Aumentar a capacidade de atendimento e fazer investimento em equipamentos no único Hospital da região, nem pensar.

Hospital aguenta até fim do mês

Pela primeira vez a atual diretoria, depois de um ano à frente do Hospital, chama a imprensa para que divulgue à população de Pontes e Lacerda que há sete meses a Secretaria Estadual de Saúde não repassa recursos, totalizando R$ 3.150 mi atrasados e que é inviável financeiramente manter aquela Entidade funcionando. Seguraram greve, administraram dívidas e expuseram seus nomes e emprestaram credibilidade para manter a Santa Casa em operação. Toda a diretoria trabalhando “de graça” e, às vezes, até pagando para executar suas funções.

Por outro lado, Alcino Barcelos pede ao eleitor – e recebe através do voto – oportunidade para administrar o Município, recebendo proventos mensais para tanto e, naquilo que é mais sagrado para a vida humana – a saúde – deixa de dar atendimento prioritário.

Correr atrás

Culpar o Governador do Estado e o Secretário Estadual de Saúde – que já deixaram o governo – pode ser correto. Os outros Municipios da região que usufruem do serviço do Hospital e não contribuem diretamente, também. Mas também é correto afirmar que falta empenho, vontade, disposição para o prefeito de Pontes e Lacerda em buscar uma solução para a situação financeira da Santa Casa.

Na gestão municipal anterior, Donizete Barbosa mobilizava vereadores, deputados estaduais, entidades representativas da sociedade e chegou a criar força-tarefa que pressionava o Governado do Estado. Uma vez, quando chegou ao quarto mês de inadimplência, o ex-prefeito fez com que o Consórcio Municipal de Saúde adiantasse recursos para o Hospital para ser reembolsado posteriormente, de forma parcelada.

Agora, uma indignidade é citar, no caso do Hospital, os nomes dos eleitos que sequer tomaram posse como cobrança de atuação.

A solução ou busca de alternativas para o caos financeiro que vive o Hospital Vale do Guaporé passa pela mesa do prefeito Alcino Barcelos. Se não quiser assumir o ônus, que peça para sair.

Pontes e Lacerda não merece a saúde que tem.


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Ingratidão: Alcino veta projeto que compensa doação que produtores rurais fazem ao Municipio

Enviado em: 23 de dezembro de 2018 10:41
Ingratidão: Alcino veta projeto que compensa doação que produtores rurais fazem ao Municipio

O prefeito Alcino Barcellos vetou o Projeto de Lei 2186/2018, aprovado pela Câmara numa iniciativa do vereador Ivanildo Amaral,  onde autoriza o Poder Executivo a fazer parceria com produtores rurais que possuem jazidas de cascalho. O material não seria doado, mas compensado com benfeitorias em infra-estrutura nos imóveis rurais.

A justificativa do parlamentar é de que os  proprietários  permitem o acesso de caminhões e máquinas pesadas no interior das fazendas que estragam estradas e corredores, e ainda doam cascalho para obras do municipio, entre outras contribuições,  ficando a contrapartida por parte do Executivo Municipal somente com a recuperação das estradas.

Os proprietários de imóveis rurais têm sido os maiores parceiros do atual prefeito desde a campanha eleitoral que o elegeu. Nas mídias sociais, onde produtores participam, o que se vê sempre são elogios rasgados a Alcino Barcellos pela atenção dada às estradas vicinais e até mesmo à MT 473, cuja manutenção é bancada pelo Governo do Estado, com máquinas, combustivel  e dinheiro mensal repassados para a Associação de Produtores para essa finalidade.

Desculpa do prefeito

Alcino recusou sancionar o projeto de lei alegando que já existe um instrumento legal desde a época do ex prefeito Newton Miotto (Lei 1180/2010).

O normativo autoriza que o município  faça reparos em estradas que dão acesso às propriedades particulares, desde que o proprietário forneça o cascalho para a obra e, frise-se, disponibilize o mesmo material para manutenção de estradas de uso comunitário. Nesse caso, o produtor só será beneficiado se colocar o cascalho no local ou que consiga em outra propriedade numa distância máxima de cinco quilômetros.

Objetivo do projeto

O projeto vetado propõe parceria e não simples prestação de serviço à particular, o que é vedado por Lei.

O município de Pontes e Lacerda não possui jazida de cascalho. Sempre terá que se socorrer dos proprietários rurais, que não são obrigados a entregá-los à Prefeitura “de graça”.

O projeto do vereador Ivanildo propõe  termo de parceria com os produtores descaracterizando a doação. Troca-se material que só os proprietários rurais possuem por serviços que a Prefeitura tem equipamentos e máquinas para fazer, tudo quantificado para que nenhuma das partes seja lesada.

Interpretaçãosimples e lógica

Atualmente, só Alcino leva vantagem. Consegue a quantidade de cascalho que precisa e recupera as estradas que lhe interessa às custas do proprietário que “banca” o material.

Socialismo ou Capitalismo

Em uma reunião da Associação dos Produtores da Estrada do Matão o assunto “doação de cascalho”  foi amplamente discutido e não faltaram críticas aos proprietários rurais que se recusam a “doar” cascalho para manutenção das estradas de terra.

Com essa visão do Prefeito, esses cidadãos estão deixando de olhar o lado social ou não estão querendo ser taxados de otários?

Quando o Município precisa do cascalho tem que ceder sem cobrar. Quando o proprietário precisa realizar um serviço com máquinas que a Prefeitura tem disponível, tem que pagar. É justo?

Justo é fazer parceria. Todos ganham.


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Transporte aéreo de Pontes e Lacerda para Cuiabá já passou da hora. Moretto promete intervir logo

Enviado em: 21 de dezembro de 2018 15:28
Transporte aéreo de Pontes e Lacerda para Cuiabá já passou da hora. Moretto promete intervir logo

Pontes e Lacerda está distante 430 km de Cuiabá. Um sistema de transporte aéreo de passageiros entre o município e a Capital do Estado é medida que se impõe dado o estágio atual e a perspectiva de crescimento da região sudoeste de Mato Grosso.

Pontes e Lacerda já podia estar com o serviço aéreo de passageiros desde o início de 2017. O atual prefeito “sentou em cima” da proposta da Asta – empresa que faz transporte aéreo em municípios bem menores e menos potencial econômico e conseguiu atrapalhar a negociação que estava sendo feita com os empresários. O resultado foi desastroso para Pontes e Lacerda. Em 2017 a empresa aérea estava com plano de expansão e aeronaves com disponibilidade imediata para iniciar os serviços.

Atualmente, a ASTA deixou de expandir as rotas aéreas por falta de novas aeronaves.

Perdemos o “bonde” da história por absoluta incompetência e falta de visão macroeconômica. Logicamente, não se pode exigir do prefeito o que ele não tem: visão estratégica e de prioridade.

A Associação Comercial vem buscando empresários parceiros para retomar o projeto de trazer uma linha regular de transporte aéreo entre nosso município e Cuiabá. Entretanto, além de não estarmos inserido no plano de expansão temos outro problema maior a ser enfrentado.

Pista do aeroporto em péssimo estado de conservação e sem segurança

A reclamação é geral dos empresários que utilizam o aeroporto municipal para pouso e decolagem de pequenos aviões.

A pista está se desfragmentando. A quantidade de sujeira decorrente do “esfarelamento” do asfalto torna inviável e perigoso o processo de descida e subida dos aviões.

Sem contar o uso do aeroporto por casais para o “drive-in” no horário comercial. Já há relatos de pilotos que tiveram de fazer manobras arriscadas  e até mesmo arremeterem para não colidir com veículos estacionados na pista.

Perspectivas positivas

Um novo alento surge no cenário político da região. O deputado diplomado Walmir Moretto já está com os contatos da empresa aérea e garantiu que tomará a dianteira nesse processo de trazer o transporte aéreo de passageiros para Pontes e Lacerda.

Até mesmo por necessidade própria. O deputado quer fazer semanalmente a “ponte aérea” entre a cidade que reside à capital do Estado, ao invés de usar a rodovia.

Infelizmente persiste em alguns empresários o sentimento de que dependem do “beija-mão” do prefeito e de outros políticos para tudo. Reclamam da falta de infra estrutura quando deveriam se mobilizar e não pedir, mas exigir ações estruturantes do Poder Público.

Dando o troco

Uma prova de que não adianta bajular e fazer o que administrador municipal pede é o que está acontecendo com a Estrada do Matão.

Sempre que preciso, os produtores rurais cedem sem custo para a Prefeitura o cascalho para manter a MT-473 e estradas vicinais. Uma proposição do vereador Ivanildo Amaral para que os munícipes que fizerem a doação sejam compensados com melhorias nas estradas de acesso às fazendas, por exemplo, foi vetado pelo prefeito Alcino Barcellos.

Relação “Rei e súditos”.


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Ivanildo Amaral propõe alteração no Projeto de Lei do Fundo Municipal de Meio Ambiente impedindo a cobrança da Taxa de Lixo

Enviado em: 11 de dezembro de 2018 11:00
Ivanildo Amaral propõe alteração no Projeto de Lei do Fundo Municipal de Meio Ambiente impedindo a cobrança da Taxa de Lixo

O Prefeito Alcino Barcellos encaminhou para a Câmara, em regime de urgência, o Projeto de Lei Complementar 2328/2018 que trata de questões ambientais e, principalmente, cria o Fundo Municipal de Meio Ambiente.

O regime de urgência foi derrubado pela maioria dos vereadores, à exceção da Dra. Terezinha que votou favoravelmente.

O Projeto de Lei tem aspectos importantes a serem implementados na área ambiental.  Um deles é a criação do Fundo Municipal de Meio ambiente, que terá recursos específicos para o funcionamento.

Analisando com critério técnico o projeto proposto pelo prefeito de Pontes e Lacerda, o vereador Ivanildo Amaral detectou a possibilidade de ser implantada a Taxa de Coleta de Lixo, cujo valor arrecadado será destinado ao Fundo Municipal de Meio Ambiente. Outro ponto que prejudica a população é a exorbitância das multas propostas, que chegarão a R$ 400 mil e a cobrança de taxas por serviços prestados pela Secretaria responsável.

Proposta de alteração do Projeto de Lei

Como membro da Comissão de Finanças e Orçamento, Ivanildo fez as seguintes alterações da proposta encaminhada pelo Executivo Municipal:

  • Proibir a cobrança de Taxa de Lixo bem como a cobrança de taxas pela visita de servidores da Secretaria de Meio Ambiente para avaliação e orientação de poda ou corte de árvores;
  • Instituir multas leves e graves de até 500 UPF’s (atualmente R$ 19,90), correspondendo a R$ 9.950,00. O prefeito propôs R$ 400 mil.

O parecer da Comissão será levado a plenário para votação na última sessão legislativa, que ocorrerá nesta terça-feira (11/12), às dezenove horas, na Câmara Municipal.


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Praça Miguel Gajardoni virou ponto de venda de drogas, além da cobrança ilegal de estacionamento

Enviado em: 09 de dezembro de 2018 14:38
Praça Miguel Gajardoni virou ponto de venda de drogas, além da cobrança ilegal de estacionamento

Desde de outubro de 2017 a TV Centro Oeste vem denunciando quase que diariamente a situação ilegal em que se encontram os “flanelinhas” da Praça Miguel Gajardoni.

Eles tomaram posse da Praça a ponto de afastar as famílias e pessoas de bem que evitam transitar naquele local público. Para não serem molestadas, em plena luz do dia e em horário comercial, crianças e adultos contornam a Miguel Gajardoni. Motoristas evitam ao máximo estacionar ali.

Ponto de venda de drogas durante o dia

Mas agora, com a completa inércia da Prefeitura e total omissão do Legislativo, os “flanelinhas” estão ampliando a oferta de ilícitos na Praça. Além de assumirem o controle e o comando do local, eles continuam cobrando ilegalmente pelo estacionamento dos carros no local público, constrangem todo o dia principalmente mulheres e idosos e, atualmente, estão oferecendo drogas a lojistas e populares que alí transitam. Sem qualquer cerimônia, os meliantes circulam inclusive no horário comercial com os bolsos cheios de “papelotes” sem qualquer preocupação de serem notados, na certeza que não serão importunados.

Do contra

Há mais de um ano o jornalismo da TV Centro Oeste denuncia que a Praça Miguel Gajardoni foi invadida por alcoólatras e drogados afastando a população daquele local, inclusive à noite.

Recentemente, o vereador Anderson Barbosa apresentou um projeto de lei que foi encaminhando ao prefeito Alcino Barcellos onde proíbe a cobrança de estacionamento (a que título for) dos carros no entorno da Praça. De acordo com a legislação, não é necessário, pois é vedado a utilização comercial de espaço público sem autorização legal. Mas é salutar ver uma liderança política buscando solução para um problema que afeta toda a sociedade.

Decoração natalina

Um dos ocupantes da Praça, perguntado recentemente sobre os motivos que o faz se fixar alí, alegou que várias pessoas preferem doar dinheiro para não serem importunadas. Em um dia favorável, chega a arrecadar R$ 200,00. Perguntado sobre o que iriam fazer no mês de dezembro quando a Praça costuma ser iluminada para as festas de final de ano, ele foi enfático: “aqui, não. A Praça não vai ser enfeitada este ano”.

É o cúmulo!


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Maxsuel muda de lado, abandona Ivanildo e monta chapa como Presidente

Enviado em: 29 de novembro de 2018 12:53
Maxsuel muda de lado, abandona Ivanildo e monta chapa como Presidente

A Câmara de Vereadores terá duas chapas disputando a nova Mesa Diretora para o biênio 2019/2020. A do vereador Ivanildo e agora também a do vereador Maxsuel Guimarães.

Já no final do prazo de inscrição – hoje pela manhã – o vereador Maxsuel Guimarães abandonou a chapa que montou,  articulou e assinou documento se comprometendo a defender e apoiar o vereador Ivanildo Amaral como Presidente e preferiu montar uma nova composição onde ele próprio é o candidato a Presidente.

Da mesma forma aconteceu com a vereadora Márcia Ponte. Ela assinou compromisso de ser a primeira secretária, empenhou a palavra de apoio e, na última hora, passou para a outra chapa sem qualquer comunicação ou aviso aos antigos companheiros.

Maxsuel montou um “acordão” justamente com os que ele chamava de “vereadores do outro lado”. Ficou assim a composição da chapa:

Presidente: Maxsuel Guimarães

1º Vice Presidente: Cleber Sella

1º Secretário: Juninho Cabeleireiro

2º Secretária: Márcia Ponte

Não se sabe ainda a posição do vereador Antonio da Dengue, se ele permanece ou não na chapa de Ivanildo. Ele costuma seguir a orientação de Maxsuel Guimarães.

No âmbito político, a palavra empenhada e o documento assinado tem peso extremamente relevante. Embora seja prematura para qualquer avaliação, com certeza haverá desgaste nas relações entre esses parlamentares que terão ainda um convívio de dois anos pela frente.

 

 

 


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Presidência da Câmara: Juninho, Sella e Pedro Vieira “tramam” com Alcino para “puxarem tapete” de Ivanildo Amaral

Enviado em: 29 de novembro de 2018 08:00
Presidência da Câmara: Juninho, Sella e Pedro Vieira “tramam” com Alcino para “puxarem tapete” de Ivanildo Amaral

Nesta quinta-feira pela manhã se encerra o prazo para inscrição de chapas para a eleição da mesa diretora da Câmara de Vereadores de Pontes e Lacerda.

A única chapa inscrita até agora, com assinatura de todos os membros e de apoiadores é a que apresenta o vereador Ivanildo Amaral como presidente.

Idealizada e orquestrada pelo vereador Maxsuel Guimarães, a chapa conta com a participação dos vereadores Antonio da Dengue, Márcia Ponte, Anderson Barbosa, Natalícia – além de Maxsuel e Ivanildo, logicamente, e está composta pela maioria dos parlamentares, garantindo assim a eleição (seis votos de onze).

Por detrás dos panos

Nos últimos dias, entretanto, a minoria tem se reunido sistematicamente no gabinete do presidente da Câmara. Juninho Cabeleireiro, Cleber Sella  e Pedro Vieira tem sido vistos juntos e assediando parlamentares da chapa de Ivanildo Amaral, tentando desestabilizá-la.

Sabe-se de fonte segura que por trás de toda essa ardilosa articulação está o prefeito de Pontes e Lacerda que aproveita as férias para interferir em tempo integral na eleição da nova mesa Diretora. Barcellos não quer Ivanildo e aposta em Juninho como presidente e está jogando tudo o que pode para “convencer” alguns vereadores a  “mudarem de lado”. Tem dito, inclusive em roda de conversas, de que tem uma única certeza quanto a mesa diretora: de que Ivanildo não será Presidente.

Quem é quem no jogo

Há informações de que Alcino está conduzindo o processo de desconstrução da chapa majoritária. Pedro Vieira, Sella e Juninho abandonaram a ideia de negociar com Antonio da Dengue, Anderson Barbosa e Maxsuel Guimarães pela firmeza de posição dos parlamentares.

Correndo contra o tempo, o trio minoritário usa tudo o que sabe de positivo sobre a vereadora Márcia Ponte e de negativo contra a vereadora Natalícia para “convencê-las” a abandonar o compromisso firmado com a chapa de Amaral.

Pedro Vieira joga em todas as frentes. Diz que apoia o companheiro de partido para a Presidência mas flerta perigosamente com Juninho e Cleber Sella, aceitando ser vice-presidente de qualquer um deles. Há informações de que este último aceitou abandonar a candidatura à presidência em troca de indicar o novo chefe do Detran.

Ninguém diz nada, ninguém viu nada

Todos os vereadores com quem conseguimos conversar são unânimes em afirmar que tudo está sob controle e que os parlamentares estão firmes nas posições tomadas. Nesse caso a chapa de Ivanildo tem assegurada a eleição no próximo dia quatorze de dezembro, às dez horas.

Quem conhece um pouco do jogo político, sabe que é inegável que esse silêncio “ensurdecedor” pode ter, de um lado a tranquilidade de um acordo firmado e que será cumprido, ou de outro – o do lado obscuro – o silêncio comprometedor de quem ainda pratica a política que o brasileiro abomina, e que se recusa a morrer.

É o Brasil novo contra o velho Brasil.


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Prazo para inscrição de chapas para concorrer à Presidência da Câmara termina nesta quinta

Enviado em: 26 de novembro de 2018 22:51

O calendário eleitoral visando definir a nova diretoria da Câmara de Vereadores para os dois últimos do atual mandato indica que nesta quinta-feira (29/11) é o prazo fatal para o registro de chapas.

As eleições serão realizadas em sessão extraordinária no dia 14 de dezembro, às dez horas, no Plenário Walter de Oliveira.

Será vitoriosa a chapa que conseguir seis votos, metade mais um dos onze parlamentares.

Ivanildo Presidente

Em um trabalho de articulação principalmente de Maxsuel Guimarães, seis vereadores montaram a chapa “União e Trabalho” e elaboraram um Termo de Compromisso – assinados pelos participantes – indicando a seguinte composição:

Presidente: Ivanildo Amaral
Vice presidente: Maxsuel Guimarães
Secretária: Márcia Ponte
Segunda secretária: Natalicia Inácia

A chapa tem apoio dos vereadores Antonio da Dengue e Anderson Barbosa.

Detalhes da eleição

Os vereadores que compõem uma chapa não podem participar de outra.

A votação será nominal e aberta, com os vereadores declarando publicamente em quem votarão.

O Presidente da Câmara, Pedro Vieira, não assinou o compromisso de apoio à chapa ‘União e Trabalho”, mas há informação segura de que há uma promessa de voto ao colega de partido, vereador Ivanildo Amaral.

Embora a aparente tranquilidade, é bom lembrar que – enquanto existir uma noite entre dois dias – tudo pode mudar numa eleição. Traição faz parte do velho jogo político.

A chapa ‘União e Trabalho” só não pode “dormir de toca”.


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Águas de Pontes e Lacerda emite duas faturas no mesmo mês e confunde consumidores

Enviado em: 24 de novembro de 2018 11:18

A empresa Águas de Pontes e Lacerda está emitindo para vários consumidores do município duas faturas para pagamento no mês de novembro.

As denúncias foram levadas à TV Centro Oeste comprovando a dupla cobrança e deixando a população em dúvida e também se é procedente a cobrança.

As contas de água apresentam datas diferentes para pagamento e valores também diferenciados.

Manifestação da empresa

Na realidade, a Águas de Pontes e Lacerda emitiu aviso dizendo que está alterando a data do vencimento de forma unilateral, fazendo mudanças que beneficiam o processo interno da empresa. Ela também alega que, se o consumidor quiser manter a data de pagamento deve se deslocar até o escritório local para manter a data original, desde que esteja enquadrada nos dias já previamente definidos.

A alegação da Companhia é de que a padronização do prazo para os vencimentos “não prejudica aos clientes. Ao contrário, visa melhorar a qualidade de atendimento e dos procedimentos internos da empresa”.

Consumidor é parte acessória no processo

O que fica evidenciado é que a concessionária do serviço público está interessada apenas em adequar os processos internos na forma que lhe convém. Ao consumidor cabe apenas e tão somente pagar a conta, da maneira que a Empresa decidir, unilateralmente.

O aviso emitido pela Empresa é vago, sem explicação convincente, e sem dar ao consumidor o direito a, previamente, informar se concorda ou não com a alteração da data de vencimento. Questão de respeito numa relação comercial.

Lembrando que a Empresa é permissionária de serviço público onde fatura alto para somente distribuir um bem essencial à vida e direito inalienável do cidadão, que é o consumo de água.

Serviço público sem fiscalização

Talvez seja o momento oportuno para que a Câmara de Vereadores tome a iniciativa de fiscalizar não só o procedimento da Empresa em alterar de forma unilateral um item fundamental nas relações com os consumidores – data de pagamento – mas estender a fiscalização para as questões das taxas cobradas, prazos de atendimento de ligação e religação e demais exigibilidades do contrato firmado entre a Prefeitura de Pontes e Lacerda e a referida empresa.

E o Procon poderia, também, verificar se a iniciativa da Empresa – sem qualquer consulta prévia – é legal, não abusiva e se está enquadrada no Código de Defesa do Consumidor.


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Mauro Mendes e Jaime Campos estão falando muito em taxar o agronegócio em MT

Enviado em: 15 de novembro de 2018 20:31

Pode ser necessidade de reforçar o caixa do governo do Estado. Nenhum candidato fala que precisa aumentar a arrecadação durante a campanha. Ganhou a eleição, entretanto, muda o discurso. Nenhuma novidade.

O único estadista que me lembro ter “prometido sangue, suor e lágrimas” foi Winston Churchill aos ingleses, durante a Segunda Guerra Mundial. E ele sequer concorreu à eleição. Foi nomeado Primeiro-Ministro.

Mas também pode ser retaliação contra os produtores rurais que, em grande parte, preferiram apoiar  Pedro Taques para o governo estadual e preteriram o nome de Jaime Campos ao Senado.

E para quem quer tirar dinheiro do outros, motivos não são difíceis de alegar. Basta aproveitar a desordem política, social, econômica e institucional, mais a necessidade de “por a casa em ordem”, justificativa que acontece a cada quatro anos e encontrar uma atividade para tirar uns “vinténs”, em nome da coletividade.

O agronegócio que desde 1990  tem sustentado o Estado direta e indiretamente agora começa a aparecer – na visão do senador eleito Jaime Campos – como vilão da história (ele mesmo sendo um grande fazendeiro).

É o famoso fogo amigo, mas parecendo ser por motivo fútil, o da vingança política.

Os produtores rurais de Mato Grosso, pelos próximos quatro anos, estão órfãos na articulação política entre o segmento e o governo estadual. Já devem estar sentindo a falta de Jonas Pinheiro, Homero Pereira e a saída da política de Blairo Maggi.

Pelo que depreende das declarações do governador eleito, Mauro Mendes e do senador-fazendeiro Jaime Campos, quem vai ter que se contrapor a oneração do agronegócio serão as entidades representativas, como Famato, Aprosoja, Acrimat e outras.

E mais, terão que convencer logo a opinião pública de que as críticas do líder dos Campos aos produtores rurais são infundades e que tem  pretensão apenas de atingir os seus companheiros de atividade, parecendo revanchismo.

Antes que Mauro Mendes encontre campo preparado, não para o plantio, mas para transformar o Estado num sócio do produtor rural. O último trabalha e o primeiro fica com grande parte  do dinheiro.

Como já está acontecendo em outras atividades econômicas.


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Motoristas de ambulâncias de Pontes e Lacerda trabalham em regime de quase escravidão

Enviado em: 13 de novembro de 2018 10:23
Motoristas de ambulâncias de Pontes e Lacerda trabalham em regime de quase escravidão

Imaginem um funcionário não ter hora para início da jornada de trabalho, não saber que horas pode ir para a casa, não registra o horário trabalhado em ponto eletrônico, não usufrui de feriados e muito menos de ponto facultativo e não recebe horas extras.

Uma denúncia para a TV Centro Oeste diz que é isso que acontece com os motoristas das ambulâncias de Pontes e Lacerda. E ainda tem mais: estão permanentemente de sobre-aviso e viajam a qualquer momento para Cáceres, Cuiabá e para outros municípios. Independentemente do número de viagens, eles recebem oito diárias por mês. Quando saem de Pontes e Lacerda às 23 horas e chegam em Cuiabá às sete horas da manhã do outro dia, não recebem adicional noturno.

Agora, com a proximidade do feriado prolongado, por exemplo, os motoristas já sabem o que vão fazer: trabalhar.

Outra situação grave é quanto ao período de descanso. Nas incontáveis viagens que fazem, os motoristas não tem tempo muitas vezes nem de dormir. E quando conseguem, aproveitam a sombra de árvores ou algum canto de casas de apoio, juntamente com os pacientes.

A única coisa digna que acontece com os motoristas de ambulância é a missão nobre de ajudar a  “salvar vidas”. De resto, sobra a exploração de uma classe que é lembrada só na hora de trabalhar. E esquecida na hora de receber a parca remuneração pelos serviços prestados e ainda sem direitos trabalhistas, de acordo com a Legislação.


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Santa Casa poderia estar recebendo mais R$ 450 mil por mês se a UPA funcionasse

Enviado em: 13 de novembro de 2018 09:47

Pontes e Lacerda e municípios vizinhos convivem com o atendimento à saúde de forma precária. E não é por falta de recursos.

Com orçamento de R$ 115 milhões, a Prefeitura gasta com saúde cerca de 28% da arrecadação. É um “saco sem fundo”.

A aquisição de ambulâncias e ônibus para transporte de pacientes mostra claramente que o foco da atual gestão é muito mais a “ambulancioterapia” do que dotar o município de estrutura e equipamentos para que aumente a capacidade de atendimento dentro do município e, via de consequência, atraia novas clínicas e profissionais médicos. Dessa forma tornaríamos Pontes e Lacerda, de fato, um polo regional de saúde.

O vereador Ivanildo Amaral (PSD) tem insistido que uma das saídas para a melhoria do atendimento à saúde é colocar a UPA em funcionamento. O prédio está pronto desde a gestão Donizete Barbosa e os recursos para a aquisição dos equipamentos e mobiliário estão depositados na conta da Prefeitura, oriundos de emenda parlamentar do deputado federal Ezequiel Fonseca.

Ivanildo acrescenta que o atendimento da UPA deve ficar a cargo do Hospital Vale do Guaporé. Para o funcionamento daquela Unidade de Saúde o Governo Federal disponibiliza mensalmente a quantia de R$ 450 mil.

A precariedade na saúde em Pontes e Lacerda é falta de dinheiro ou de gestão?


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Pequenos produtores não tem incentivos públicos para crescer e produzir mais alimentos

Enviado em: 05 de novembro de 2018 04:59

Pontes e Lacerda poderia aumentar e diversificar a produção em pelo menos cinco atividades: hortifrutigranjeiros, piscicultura, pecuária de leite e de corte e agricultura. Já existem pequenos produtores produzindo em pequena escala nos vinte e três assentamentos e associações do município.

O principal fator impeditivo é falta de máquinas e equipamentos para a preparação do solo para o plantio, por ser inviável economicamente a aquisição, na relação custo x benefício. Por esta razão o Poder Público concentra na secretaria de agricultura onze tratores para atender o mini e pequeno produtor. Na teoria.

A realidade é que dos onze, nove tratores estão em condições de trabalho.

Temos informação de que, dos cinco tratoristas lotados na Secretaria, apenas dois estão efetivamente trabalhando. O outros três estão em desvio de função. A remuneração de cada tratorista é de menos de R$ 1.400,00 por mês, o que não motiva os servidores a trabalharem nesse clima escaldante.

Por essa razão grande parte dos pequenos produtores vão deixar mais uma vez de preparar a terra para o plantio, reduzindo a produção.

Conselho Municipal de Desenvolvimento

Periodicamente o Conselho Municipal de Desenvolvimento deveria se reunir para discutir ações estratégicas para promover o desenvolvimento dos mini e pequenos produtores. Entretanto, as informações dão conta de que a pauta é sempre a aprovação de nomes para financiamentos do Pronaf. Ninguém leva projeto de fomento para ser analisado.

A ausência de políticas públicas é notória quando se tem plenas condições e infra-estrutura para o crescimento da produção de alimentos no município.

Unidade processadora de frutos desativada

No assentamento “Nossa Terra Nossa Gente”, a poucos quilômetros do centro da cidade, há uma unidade processadora de frutas e um laticínio desativados, com os equipamentos – como resfriadores – não sendo utilizados. Falta apenas alguém tomar a iniciativa de criar as condições para a implantação de uma agro-indústria. Com relação ao leite, há possibilidade de processar o que é produzido na região e, posteriormente fazer a distribuição para o consumo interno.

O Secretário de Agricultura e também vice-prefeito já anunciou, extra-oficialmente, que deve permanecer na pasta até o final do ano. Não se sabe se haverá substituto ou será mantido apenas um servidor na Coordenação Geral.

Nada é divulgado com relação a incentivos à produção e a criação de políticas que visem o desenvolvimento econômico do Município.


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Alguns vereadores de Comodoro estariam ocultando da população denúncia de nepotismo de seis servidores contratados pelo Prefeito

Enviado em: 03 de novembro de 2018 01:20

Há informação circulando nas mídias sociais que tramita sigilosamente na Câmara de Vereadores de Comodoro uma denúncia contra o Prefeito Jeferson Gomes que comprovaria nepotismo pela contratação de seis servidores municipais. Pelo que está sendo divulgado, o Ministério Público teria farta documentação sobre as irregularidades.

A indignação maior dos que reclamam da atitude do prefeito é porque a maioria dos vereadores tem conhecimento do assunto mas não toma qualquer atitude para cumprir o papel do Legislativo, que é de fiscalizar as ações do Executivo. Comentam que os parlamentares que apoiam o prefeito “tem uma teta ou um parente na Prefeitura”.

A apuração no âmbito da Câmara pode acarretar o afastamento e até mesmo a cassação do atual prefeito. A denúncia passou a circular porque  há informação de que os apoiadores do Chefe do Executivo estariam “montando um esquema” para o arquivamento no âmbito daquela Casa de Leis.

Ações no Ministério Público

O prefeito de Comodoro também está sendo alvo de uma Ação Civil Pública por Dano ao Erário, enriquecimento ilícito e violação aos princípios administrativos ao contratar um escritório de advocacia quando possui dois procuradores contratados na Prefeitura, e outras irregularidades (processo 1001202-44.2018.8.11.0046).


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