Monday, Jun. 24, 2019

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PROGRAMA VISÃO CRITICA 10 06 2019

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Enviado em: 11 de junho de 2019 09:02

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PROGRAMA VISÃO CRITICA 03 06 2019

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Enviado em: 04 de junho de 2019 11:48

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PROGRAMA VISÃO CRITICA ENTREVISTA TÚLIO RONCALLI 13 05 2019

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Enviado em: 13 de maio de 2019 17:48

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PROGRAMA VISÃO CRITICA ENTREVISTA ELIANA MATSUDA 06 05 2019

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Enviado em: 06 de maio de 2019 18:25

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PROGRAMA VISÃO CRITICA ENTREVISTA ROMES AMURIM 22 04 2019

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Enviado em: 22 de abril de 2019 18:30

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PROGRAMA VISÃO CRITICA 15 04 2019

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Enviado em: 15 de abril de 2019 16:39

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PROGRAMA VISÃO CRITICA 08 04 2019

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Enviado em: 08 de abril de 2019 17:15

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PROGRAMA VISÃO CRITICA 01 04 2019

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Enviado em: 01 de abril de 2019 19:30

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PROGRAMA VISÃO CRITICA 25 03 2019

Enviado em: 25 de março de 2019 16:13
PROGRAMA VISÃO CRITICA 25 03 2019

Uma ambulância, quatro questionamentos e transporte de pacientes já falecidos

Enviado em: 19 de março de 2019 10:51
Uma ambulância, quatro questionamentos e transporte de pacientes já falecidos

O assunto mais comentado desde a semana passada é a relação estranha de médicos com a Prefeitura de Pontes e Lacerda.

Não se sabe o real objetivo que levou o Poder Público Municipal a fazer nova licitação do serviço de acompanhamento médico a pacientes em estado grave. Antes, o serviço era feito pelo Hospital Vale do Guaporé e o contrato anual era de R$ 450 mil. O prefeito Alcino Barcelos preferiu contratar nova empresa aumentando o custo para R$ 750 mil por ano.

O contrato por si só gera dúvidas. A Prefeitura cede as ambulâncias, motoristas pagando inclusive horas extras e até combustível, A empresa contratada fica responsável apenas pela equipe de acompanhamento dos pacientes na locomoção à Cáceres, na maioria das vezes.

Mas os questionamentos são outros. Ei-los:

1.Um médico contratado pelo Governo Federal presta serviço em um ESF de Pontes e Lacerda. O mesmo profissional é proprietário da empresa que faz o trabalho de acompanhamento médico de pacientes que são transportados em ambulâncias. Ambos os serviços – ESF e acompanhamento de doentes – estão sob a responsabilidade da Secretaria de Saúde.

2. Médicos do ESF se afastam do serviço, deixando a população vinculada ao Posto de Saúde desassistida, para executar um trabalho de cunho particular. A ilegalidade é aparente, mesmo que a Prefeitura tivesse “cortado o ponto” do médico.

3.A empresa contratada pela Prefeitura utiliza médicos dos ESF’s, em sistema de escala, para fazer o acompanhamento dos pacientes, o que amplia a ilicitude.

4.Desde a participação irregular no processo de licitação, ganhar a concorrência, até o afastamento do médico de uma atividade pública (ESF) para executar um serviço particular, a anuência e/ou omissão do Secretário de Saúde e do prefeito municipal os colocam na condição de coniventes e participantes das irregularidades.

Transporte de corpos

Outra denúncia séria feita pelo presidente da Câmara, Maxsuel Guimarães, é a do transporte de uma idosa de 84 anos em 02.02.2019 que, segundo consta em relato médico a que tivemos acesso com exclusividade, teria sido transportada já sem vida até o Hospital Regional de Cáceres, e que o corpo teria retornado também de ambulância. A empresa teria recebido pelo transporte quando este deveria ter sido feito por carro de funerária. Consta no relatório declaração médica que “paciente apresentou uma parada antes da viagem e que foi repassado a paciente com pupilas não fotorreagentes e midiátricas para realizar o transporte, tendo a viagem durado duas horas”.

O laudo ainda relata que “feito o ECG (eletrocardiograma) em nossa Unidade, paciente sem atividade cardíaca, com óbito provavelmente há algumas horas. Encaminho paciente de volta ao Município de origem, aos cuidados da equipe médica do município que trouxe a mesma”.

O que fazer

A Câmara Municipal possui uma Comissão de Saúde que tem por dever investigar o caso. O relatório dos três vereadores participantes da referida comissão deve ser levado a plenário para que os parlamentares decidam sobre e procedência e, se for o caso, instaurar uma comissão processante para apurar responsabilidades.

Os vereadores tem outra alternativa, que é de encaminhar os documentos para o Ministério Público e aguardam os Promotores Públicos fazerem a investigação.

Como tem sido em outros casos que chegam ao conhecimento da Câmara.


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Enviado em: 18 de março de 2019 20:33

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Enviado em: 25 de fevereiro de 2019 17:36

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Enviado em: 11 de fevereiro de 2019 16:18

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Enviado em: 04 de fevereiro de 2019 16:04

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Enviado em: 28 de janeiro de 2019 19:00

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