A facilidade de propagação de informações pelas mídias sociais facilitam a divulgação de “fake news” ou, pelo menos, de fatos que não foram comprovados.

É o caso das Comissões Processantes e a de Ética que estão tramitando na Câmara Municipal, onde os nomes de alguns parlamentares estão sendo envolvidos em supostas negociações com o Executivo.

Há comentários de que Secretarias e departamentos estão servindo de moeda de troca por votos de vereadores, liberação de obras na Secretaria de Esportes em regime de urgência e até oferecimento de cargos comissionados.

Na realidade, a sociedade só vai confirmar se de fato algum parlamentar “se vendeu”, após a votação dos relatórios em plenário.

E não vai ser difícil perceber.  Cada vereador tem uma linha de conduta na Câmara que, se mudada inesperadamente ou buscando justificativa sem fundamentação legal, vai gerar todo o tipo de especulação.

Outro sintoma claro é o parlamentar votar contra o que está claramente expresso na Lei, colocando deliberadamente o mandato “na guilhotina” e na mira do Ministério Público.

Se isso acontecer, será um “suicídio político” com a consequente mancha irremovível na história pessoal.

Portanto, é prematuro sentir “cheiro de pizza”.

Mas não descartável.