Uma história inusitada aconteceu em Pontes e Lacerda com um cidadão que preferiu não ser identificado.

No dia 16 de janeiro de 2014, o seu pai Osvaldo Aparecido Oliveira faleceu. No dia seguinte ele e a família enterraram o ente querido, em uma cova autorizada pela Prefeitura.  No documento mostra a dimensão exata do túmulo, medindo 1,50×2,50m. Foi pago pelo serviço na época pouco mais de R$ 50,00.

Passados quase seis meses do falecimento do pai, os familiares conseguiram- no dia 27 de junho de 2014- a autorização para construir um túmulo. Por falta de dinheiro os parentes decidiram esperar e, no dia 02 de novembro do mesmo ano, dia de finados, ao visitar o cemitério os familiares tiveram um triste surpresa: encontram no lugar que o pai estava enterrado um outro túmulo com o nome de outra pessoa.

Nas redes sociais, circulam informações de que outros casos já aconteceram em Pontes e Lacerda.

Desde então os familiares querem uma resposta, onde foram parar os restos mortais do falecido? Quem autorizou mexer no túmulo?

Pior do que sepultar um ente querido é não saber aonde chorar pela perda.