A sessão extraordinária teve início às dez horas.

O vereador Ivanildo Amaral , na condição de presidente da comissão de ética da Câmara justificou que tomou a iniciativa de pedir a investigação em decorrência de denúncia feita em plenário pelo vereador Maxsuel de que poderia haver irregularidade e superfaturamento na aquisição de 240 palmeiras pela Prefeitura Municipal de Pontes e Lacerda.

O processo foi colocado em votação, tendo sido aprovado por nove vereadores e com voto contrário apenas do vereador Anderson Barbosa. O presidente da Câmara, Pedro Vieira, só vota em caso de empate.

O relator Juninho Cabeleireiro justificou o parecer do relatório alegando que a comissão não viu irregularidade no processo de compra feito pelo Poder Público.

O vereador Anderson Barbosa, único voto contrário, disse que a Comissão poderia ter se aprofundado mais na investigação, para dar mais clareza  e transparência para que não pairassem dúvidas e dessem mais subsídios para a votação dos parlamentares e, com relação ao Executivo, confirmasse com mais dados de que nada há de irregular no processo de licitação.

Maxsuel Guimarães e Ivanildo Amaral não participaram da votação por terem participado do processo da denúncia. Eles foram substituídos pelos respectivos suplentes, Marcos Santana e Hebinho, que acompanharam o voto da maioria.