A operação integrada de fiscalização iniciada nesta semana pela Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor, em parceria com outros órgãos de defesa do consumidor, busca detectar uma fraude que lesa diversos consumidores e passa imperceptível para a maioria, o posto “Clone”. Outra irregularidade que será observada pelos policiais, fiscais e técnicos é a qualidade do combustível e outras fraudes cometidas nas bombas de abastecimento.

A força tarefa da ação,  iniciada na terça-feira (27), já fiscalizou 11 postos, conduziu 5 pessoas para esclarecimentos na Delegacia do Consumidor. Em três lojas de conveniência dos postos foram identificados produtos vencidos, além de outras irregularidades encontradas.

O trabalho conta com a parceria da Superintendência de Defesa do Consumidor  Estadual (Procon-MT), Procon Cuiabá, Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso (Ipem), Agência Nacional do Petróleo (ANP), Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra Administração Pública (Defaz) e Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Por conta das duas principais fraudes, a operação foi batizada de “Clone” e “De Olho na Bomba”. São duas operações em uma só, conforme explicou o delegado, Antônio Carlos de Araújo sobre a metodologia de trabalho desenvolvida nesta semana nas redes de postos de combustíveis.

“O trabalho é todo voltado para defesa do consumidor, que de diversas formas é lesado. Recebemos na Delegacia vários boletins de ocorrência com denúncias de irregularidades. Nossa função é detectar esses tipos de fraude e responsabilizar efetivamente os proprietários, em parcerias com todos os órgãos envolvidos nessa operação”, afirmou.

As denúncias começaram a ser averiguadas há seis meses, constatando algumas das irregularidades que agora estão sendo confirmadas pelos técnicos, principalmente da ANP e o IPEM, como o chamado posto “Clone” e a “Bomba Baixa”.

Fonte: Assessoria PJC-MT