O ex-presidente da Assembleia Legislatiava, ex-deputado estadual José Geraldo Riva é alvo nesta quarta-feira de mais uma ação da Polícia Federal. Ele recebeu pela manhã a visita de agentes federais que cumprem mandado de busca e apreensão em sua mansão no bairro Santa Rosa. A operação faz parte da Ararath e tem como objetivo confiscar para averiguações documentos e computadores de Riva. A ação federal também foi deslocada para um escritório no edifícil Avan Garden Bussiness, no trevo do Santa Rosa com a avenida Miguel Sutil e que seria de propriedade do ex-parlamantar. Documentos, computadores e aparelhos eletrônicos estão sendo levados para a sede da PF, na Avenida Historiador Rubens de Mendonça.

Segundo as primeiras informações repassadas pela Polícia Federal, a operação, determinada pela justiça é em relação de uma delação de Avilmar de Araújo Costa, que havia sido citado pelo empresário Gércio Marcelino Mendonça Júnior, delator das fraudes da Ararath, como um dos braços direitos de José Geraldo Riva em três transferências para a Globo Fomento, propriedade do delator, para pagar parte de uma dívida em nome de José Riva.

Enquanto os agentes da Polícia Federal vasculhavam as dependências de sua mansão em busca de documentos, computadores e celulares, o ex-deputado José Gerado Riva, teria dito a amigos que frequentam a mansão que os agentes estavam a procura de “documentos da Ararath, coisas que já foram até apreendidas em determinado momento e é em situação nova em função de um depoente, mas eu não tenho como avançar muito porque corre em segredo de justiça e a gente fica com medo de falar algo que não pode falar, só sei que a operação está sendo em casa e no escritório e como sempre a gente oportunizou toda condição deles olhar os documentos que estivessem, tanto na minha casa, quanto do escritório. Da minha casa, segundo eu sei, não levaram nada”.

A Operação Ararath investiga transações ilegais para o desvio desses recursos públicos em favor de agentes públicos e empresários, por meio de instituição financeira clandestina.

Fonte/24 horasNews