Residencial Glória deve agradecer ao Ministério Público pelo funcionamento do ESF daquele bairro

TVCO

1 de maio de 2020

Residencial Glória deve agradecer ao Ministério Público pelo funcionamento do ESF daquele bairro
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O prédio do ESF do Residencial Glória está pronto e foi inaugurado no final de 2016 pelo então prefeito Donizete Barbosa. Foi abrir as portas na última sexta-feira (30/04) e atender a população só três anos e quatro meses depois.

De quase nada adiantaram os requerimentos e cobranças sistemáticas da Câmara, principalmente dos vereadores Maxsuel Guimarães, Anderson Barbosa e Ivanildo Amaral. Todas as iniciativas foram insuficientes para convencer o Executivo Municipal de que a população daquele bairro merecia atenção especial e de que o mais difícil – o prédio – já estava pronto.

Por não ser prioridade do atual governo municipal, o funcionamento do Posto de Saúde ficou na dependência exclusiva do Ministério Público.

Mesmo assim, a Promotoria Cível teve que convencer o atual prefeito a assinar um Termo de Ajustamento de Conduta com prazo até 31 de dezembro de 2019, o que não foi cumprido. Como última alternativa antes de uma ação judicial, novo prazo foi concedido até o 30 de abril, sob pena de multa.

No limiar do prazo, o Executivo Municipal colocou o ESF para funcionar. Sensato, o Prefeito sequer compareceu à solenidade.

Mirando a UPA

Várias outras obras e ações que deveriam ser de iniciativas do Poder Público local se encontram no Ministério Público. A última protocolada no início desta semana (27/04) pelo vereador Anderson Barbosa (PSC) é o pedido da instalação da Unidade de Pronto Atendimento.

Também inaugurada em 2016, a UPA não teve a atenção adequada pelo Prefeito e até hoje o prédio está fechado. Com o agravante de que a Prefeitura mantém em conta bancária, rendendo juros, cerca de R$ 1,100 milhão para a aquisição de mobiliário e equipamentos para a instalação.

Mais sério ainda é saber que o Ministério da Saúde disponibiliza R$ 450 mil mensais para a manutenção da UPA, quando ela começar o atendimento ao público.

Se começasse a operar no início de 2017, os recursos federais repassados seriam na ordem de R$ 16,200 milhões.

Sem contar com os R$ 22 milhões no caixa da Prefeitura, posição em janeiro deste ano.

Contra números, datas e fatos não há argumentos.

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