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Santa Casa vai ser viável se cada agente fizer a sua parte e assumir suas responsabilidades

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4 de fevereiro de 2018 às

07:00

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Santa Casa vai ser viável se cada agente fizer a sua parte e assumir suas responsabilidades

A nova diretoria do Hospital Santa Casa tem focado as ações no aumento de receitas e na redução de custos. Essa fórmula é a mais adequada para sanear as finanças do Hospital.

O aumento da arrecadação passa pelo aporte de recursos através da contribuição dos municípios vizinhos que utilizam os serviços do Hospital. Há também a intenção de se fazer leilões solidários na região. Com essas e outras ações os diretores esperam sensibilizar a sociedade para que doe  recursos objetivando o pagamento das dívidas e o equilíbrio das despesas operacionais.

Na redução de custos, a primeira ação foi enxugar a folha de pagamento, seguida de ajuste severo nas despesas. Contraditoriamente, continua pagando locação no valor de aproximadamente R$ 7 mil mensais de um aparelho de raio X.

O mesmo empenho e motivação cobrado da população para salvar a Santa Casa deveria ser exigido do prefeito de Pontes e Lacerda. Ele desviou os recursos destinados pelo deputado Wancley para a aquisição do aparelho de raio-X, com o compromisso feito também à Câmara Municipal. Foram R$ 150 mil desviados para comprar peças de um equipamento de laboratório. Nesse caso, os vereadores “se apequenaram” mostrando que estão submissos às ações do Executivo, sem qualquer reação que favoreça a população que representam.

O deputado Wancley Carvalho já informou que está disposto a disponibilizar novamente recursos para aquisição de equipamentos para o Hospital em até R$ 300 mil, atendendo solicitação da atual diretoria. Qual  a garantia de que esses recursos não serão novamente desviados pelo prefeito Barcellos?

Falta de cobrança ou conivência

O Hospital continua “bancando” o déficit do Pronto Atendimento. Alcino tem conhecimento de que os serviços de saúde de responsabilidade da Prefeitura custam R$ 298 mi mensais. Repassa a partir de janeiro apenas R$ 200 mil.

O poder público municipal continua sem pagar o valor do terreno comprado do Hospital para  instalar a UPA – Unidade de Pronto Atendimento, ainda no mandato de Donizete Barbosa. Fala-se em dívida de R$ 400 mil, sem atualização.

As entidades representativas e a própria sociedade reconhecem a importância da Santa Casa e a necessidade de contribuir para que ela continue funcionando.

E o Executivo? E a Câmara Municipal?

 

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