Três pessoas acusadas de estupro de vulnerável tiveram mandados de prisão cumpridos pela Polícia Civil, na quinta-feira (16/05), em uma operação deflagrada no município de Porto Esperidião. Os suspeitos apontados como autores de dois casos distintos passaram a ser investigados depois de denúncias realizada ao Conselho Tutelar.

As diligências iniciaram-se após os responsáveis pelas vítimas menores de idade procurarem o Conselho Tutelar, o qual acionou a Polícia Civil. Nos dois casos foram instaurados inquérito policial e com base nos indícios de autoria colhidos pela Polícia Civil, o Ministério Público representou pela prisão preventiva dos investigados.

As ordens de prisão foram decretadas no dia 15 de maio e cumpridas na quinta-feira (16/05), pela equipe de policiais civis da Delegacia de Porto Esperidião, em operação coordenada pelo delegado regional Alex de Souza Cuyabano.

Em uma das ações, foi dado cumprimento a ordem de prisão contra , J. C. C, 27, acusado de estupro de vulnerável da sua sobrinha, atualmente com 15 anos. O suspeito mora em uma fazenda na zona rural de Porto Esperidião, a três quilômetros da Bolívia, e estava em casa no momento em foi surpreendido pelos policiais.

Após ter o mandado de prisão cumprido, o suspeito foi encaminhado a Delegacia de Porto Esperidião, onde foi ouvido e posteriormente conduzido a Cadeia Pública local.

Em outra situação, pai e filho também acusados de estupro de vulnerável tiveram as ordens de prisão cumpridas. Segundo as investigações, os suspeitos, O. R. do P, 62, e A. R. do P, 36, abusaram sexualmente de uma menor, na comunidade do Bocaiuval, zona rural, a cerca de 31 quilômetros de Porto Esperidião.

A menor confirmou os abusos, dizendo que foi forçada e ameaçada para ter relação sexual com os dois suspeitos. Com base nas informações levantadas no inquérito policial, foi representado pelos mandados de prisão contra os suspeitos, os quais foram deferidos pela Justiça.

Pai e filho foram conduzidos a Delegacia de Porto Esperidião, onde foram interrogados e posteriormente encaminhados para Cadeia Pública.

Fonte: Assessoria | PJC-MT